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O
LIBERTY FUND foi criado em 1960 por Pierre F.
Goodrich, um advogado e empresário de Indianápolis,
nos Estados Unidos. Dedicada à reflexão e ao debate
sobre a liberdade, a fundação se manteve atuante
após a morte de Goodrich, em 1973, e vem sendo
responsável por edições primorosas dos maiores
clássicos do pensamento ocidental, que chegam
agora ao Brasil graças a um convênio firmado com
a TOPBOOKS.
Instituição
educacional privada, o LIBERTY FUND tem por filosofia
estimular o ideal de uma sociedade composta de
indivíduos livres e responsáveis, ideal que se
forma na Antigüidade e atravessa toda a História.
Para isso, coordena e patrocina diversos programas
educativos, alimentando a discussão sobre questões
permanentes, relativas à organização social do
mundo. Além do apoio a programas de pós-graduação
e intercâmbio universitário, a cada ano mais de
180 conferências são proferidas por intelectuais
e acadêmicos, em todos os continentes, e cerca
de 20 livros são lançados em edições críticas.
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No
Brasil, o LIBERTY FUND vem realizando colóquios
desde 1990, e em 2003 iniciou, em parceria com a TOPBOOKS,
um programa editorial que tornará disponíveis
para o leitor brasileiro textos clássicos fundamentais
da cultura do homem, até então inéditos
aqui, com ensaios introdutórios de renomados
intelectuais e projeto gráfico e capas do designer
Victor Burton. Com tal iniciativa, pretende-se contribuir
para o debate sobre as liberdades individuais e coletivas,
gesto mais do que oportuno neste momento de complexas
transformações no país e no mundo.
A
primeira etapa do programa de co-edições
que forma a Coleção Liberty Classics já
tem disponíveis oito dos 10 títulos escolhidos
em 2003 (leia
aqui). Outros dois encontram-se em produção,
com previsão de lançamento para 2010.
São eles: A fábula das abelhas
ou vícios privados, benefício público
e outros ensaios, de Bernard Mandeville
/ Comentário crítico, histórico
e explanatório: F. B. Kaye / Introdução
à edição brasileira: Denis Lerrer
Rosenfield / Tradução: Raul de Sá
Barbosa (em 2 vols., 1.300 páginas); e Ensaios
- Uma antologia, de Lord Acton / Tradução:
Joubert de Oliveira Brízida (752 págs.).
Da segunda fase do programa, também composta
de 10 títulos, já lançamos sete,
o que, somado aos oito da primeira fase, totaliza 15
livros até então inéditos no Brasil
(leia
mais). O primeiro deles saiu em julho de 2006: O
homem racional / Uma interpretação moderna
da ética aristotélica, do filósofo
americano Henry Babcock Veatch, apontado entre os melhores
livros de introdução à ética,
em geral, e à ética aristotélica
, em particular. O segundo, que chegou às livrarias
em novembro do mesmo ano, está entre as mais
prestigiadas obras do filósofo, historiador e
crítico italiano Benedetto Croce: História
como história de liberdade. Já
o terceiro desta segunda etapa, Os deveres do
homem e do cidadão de acordo com as leis do direito
natural, do pensador alemão Samuel Pufendorf,
saiu do forno em abril de 2007, e entre setembro e outubro
do mesmo ano vieram a lume mais dois títulos:
Princípios de política aplicáveis
a todos os governos, do suíço
Benjamin Constant, um dos líderes do jornalismo
liberal, e A crise do século XVII –
Religião, a Reforma e mudança social,
composto de nove ensaios produzidos entre 1956 e 1967
pelo historiador inglês Hugh Trevor-Roper. Em
março de 2008 publicou-se mais um: a obra clássica
do historiador francês François Guizot,
intitulada A história das origens do governo
representativo na Europa, e em dezembro deste
ano chegaram às livrarias as Conferências
sobre retórica e belas-letras do economista
e filósofo escocês Adam Smith.
Com
tal iniciativa, pretende-se contribuir para o debate
sobre as liberdades individuais e coletivas, gesto mais
do que oportuno neste momento de complexas transformações
no país e no mundo.
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