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A
EDITORA
Nascida
às vésperas das eleições
de 1990 com a publicação de três
economistas em campanha – Roberto Campos, Delfim
Netto e César Maia – a TOPBOOKS
vem realizando um trabalho que tem recebido a consideração
dos especialistas. Entre alguns feitos da editora
criada por José Mario Pereira destaca-se o
de devolver ao público o historiador e diplomata
pernambucano Oliveira Lima - autor de, entre outros
títulos, Dom João VI no Brasil,
que se encontrava esgotado desde 1945 - e o também
historiador Manoel Bomfim, sergipano cuja obra revisionista
(O Brasil Nação, América
Latina: Males de origem, O Brasil na América)
incomodou seus contemporâneos na década
de 1930 e esteve silenciada por 65 anos até
que a TOPBOOKS
a tirasse do limbo. Outro marco importante na trajetória
da editora foi a organização - em dois
volumes, fartamente ilustrada e numa caixa de luxo
- da definitiva Edição do Centenário
de Um estadista do Império,
de Joaquim Nabuco, apontado como o livro do ano em
1997.
Recuperar
a memória cultural do país é
um dos objetivos da TOPBOOKS,
e não só em história. Ensaístas
literários do porte de Otto Maria Carpeaux,
Franklin de Oliveira, Othon Moacyr Garcia, Wilson
Martins e José Paulo Paes estão entre
os autores reeditados, e toda a obra de José
Guilherme Merquior, a publicada e a inédita,
é hoje da TOPBOOKS.
Além de Merquior, Roberto Campos, Geraldo França
de Lima, Roberto Marinho, José Veríssimo,
Joaquim Nabuco, Oliveira Lima, Machado de Assis, Ribeiro
Couto, Herberto Salles, Miguel Reale, Afonso Arinos
de Mello Franco e Dom Lucas Moreira Neves, membros
já falecidos da Academia Brasileira de Letras,
a TOPBOOKS
editou livros de outros importantes "imortais",
como Evaristo de Moraes Filho, Ivan Junqueira, Nélida
Piñon, Lêdo Ivo, Antonio Carlos Secchin
e Carlos Nejar.
A
boa poesia, nacional e estrangeira, é outro
nicho em que a TOPBOOKS
vem investindo. Entre nomes novos e consagrados, publicamos
Raul de Leoni, Augusto Frederico Schmidt, Gerardo
Mello Mourão, Bruno Tolentino, Marcus Accioly,
Dora Ferreira da Silva, José Chagas, Jorge
Wanderley, Álvaro Pacheco, Adriano Espínola,
Pedro Lyra, Sérgio Lemos, Alexei Bueno, Felipe
Fortuna, Albertus Marques, José Enrique Barreiro,
Wilson Rocha, Thomas Albornoz, Weydson Barros Leal,
Antonio Fantinato, Rodrigo Petronio, além de
uma antologia de poetas brasileiros da prolífica
geração de 1960. Fora isso, publicamos
no Brasil a poesia completa de Luís Filipe
Castro Mendes, ex-cônsul de Portugal no Rio
de Janeiro, e belas edições bilíngües
de poetas estrangeiros fundamentais, como Arthur Rimbaud,
Gerard de Nerval, Lawrence Durrell, Georg Trakl, Rainer
Maria Rilke, Dante Alighieri e Torquato Tasso.
O
grande sucesso da TOPBOOKS,
que a tornou nacionalmente conhecida, é sem
dúvida A lanterna na popa,
livro de memórias de Roberto Campos, lançado
em setembro de 1994. O volume de 1.417 páginas
rapidamente virou best-seller e alcançou a
marca de 100 mil exemplares vendidos. A segunda edição
veio no ano seguinte, já em dois volumes, e
em 2002 saiu uma terceira, revista pelo autor e aumentada
para 1.460 páginas, com a inclusão de
quatro discursos: os de posse na Academia Brasileira
de Letras e na Academia Brasileira de Filosofia, o
da festa de seus 80 anos no Copacabana Palace e o
da despedida da vida política na Câmara
dos Deputados, em Brasília. Este livro ganhou
um dos quatro Jabutis – o mais prestigioso prêmio
literário brasileiro – recebidos pela
TOPBOOKS.
A
editora carioca tem ainda em seu catálogo grande
parte da obra do historiador e diplomata pernambucano
Evaldo Cabral de Mello, considerado o maior especialista
em Brasil holandês: Rubro veio, Olinda
restaurada, O Norte agrário e o Império,
O negócio do Brasil, O nome e o sangue.
E assinou contrato com a Fundação Gilberto
Freyre para trazer de volta às livrarias 10
títulos do grande sociólogo pernambucano
há muitos anos fora do mercado. Cinco já
foram lançados – Assombrações
do Recife velho, Ingleses no Brasil, Novo mundo nos
trópicos, Além do apenas moderno
e Aventura e Rotina.
Em
convênio com a Academia Brasileira de Letras
editamos títulos importantes como A
idéia modernista, do crítico
literário Wilson Martins; A biblioteca
de Machado de Assis (coletânea de ensaios
de vários autores, nacionais e estrangeiros);
Falares africanos na Bahia, da etnolingüista
e doutora em línguas africanas Yeda Pessoa
de Castro; As idéias fundamentais de
Tavares Bastos, de Evaristo de Moraes Filho;
uma antologia de contos de Ribeiro Couto e Homens
e coisas estrangeiras, de José Veríssimo,
para só citar alguns.
Outras
parcerias produtivas são as da TOPBOOKS
com a Fundação Biblioteca Nacional,
com a Fundação Roberto Marinho, com
a Fundação Casa de Rui Barbosa e com
a UniverCidade, do Rio de Janeiro. Esta última,
em especial, rendeu a publicação de
obras de alto nível, tais como os dois volumes
dos Ensaios reunidos de Otto Maria
Carpeaux; as Memórias de Henry
Kissinger; uma Antologia de prosa
e uma Antologia política de
Augusto Frederico Schmidt; O Rio de Janeiro
imperial, de Adolfo Morales de Los Rios Filho;
o alentado volume de ensaios Nenhum Brasil
existe – Pequena enciclopédia,
com 1.107 páginas, reunindo artigos de 88 renomados
intelectuais brasileiros e estrangeiros, e, mais recentemente,
Aprendendo a ser juiz – A Escola de
Magistratura da Justiça do Trabalho no estado
do Rio de Janeiro, de Roberto Fragale Filho,
entre outros.
Em
2002, a TOPBOOKS
foi convidada pelo Liberty Fund, de Indianápolis,
Estados Unidos, para editar as traduções
de 10 livros do catálogo desta prestigiosa
fundação americana. Os primeiros títulos
da coleção LIBERTY CLASSICS começaram
a chegar ao mercado brasileiro em novembro de 2003;
um segundo programa, de mais 10 títulos, foi
aprovado em 2005, e já são 15 os livros
editados.
Um
dos compromissos da TOPBOOKSé
tirar do esquecimento grandes obras do pensamento
ocidental, de modo que nossos leitores sempre encontrarão
neste site lançamentos de qualidade.
Leia
aqui notícias sobre a editora.
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