Nos 100 anos de morte do maior escritor brasileiro, a Topbooks traz de volta ao mercado a correspondência de Machado de Assis com Joaquim Nabuco, trocada entre 1865 e 1908. Editado em convênio com a Academia Brasileira de Letras, o livro organizado por Graça Aranha – também autor da introdução e das notas – tem prefácio do historiador José Murilo de Carvalho e dois cadernos de fotos. Clique na capa ao lado para saber mais.


Os historiadores José Murilo de Carvalho, brasileiro, e Leslie Bethell, inglês, organizam edição bilíngüe de 110 cartas trocadas, durante 25 anos, entre Joaquim Nabuco e militantes britânicos da causa abolicionista.

Joaquim Nabuco e os abolicionistas britânicos (Correspondência 1880-1905)
ISBN: 978-85-7475-167-2; 454 pgs.; R$49,00. Editado em convênio com a ABL


Em 16 textos, o ensaísta José Maurício Gomes de Almeida usa de linguagem simples e direta para discorrer sobre Machado de Assis, Guimarães Rosa, Drummond, Jorge Amado e Coelho Netto, entre outros.

Machado, Rosa & Cia. / Ensaios sobre literatura e cultura
ISBN: 978-85-7475-165-8; 298 pgs.; R$33,90


Diplomata de carreira e formado em Letras Clássicas pela PUC de Campinas, o poeta Antonio Fantinato, cuja poesia foi classificada por Artur da Távola como "pulsátil, densa, existencial", lança novo livro.

Entretempo
ISBN: 978-85-7475-166-5; 62 pgs.; R$19,00


Este livro reúne ensaios de vários autores sobre movimentos cruciais da sociedade brasileira e como eles foram vividos por escritores, jornalistas, artistas plásticos, filósofos, sociólogos, físicos e economistas.

O moderno em questão. A década de 1950 no Brasil
ISBN: 978-85-7475-151-1; 411 pgs.; R$49,00


Três filmes do francês Jean Rouch, considerados os mais etnográficos dentre os 107 de sua carreira de cineasta, são aqui analisados pelo antropólogo Marco Antonio Gonçalves, pesquisador do CNPq.

O real imaginado – Etnografia, cinema e surrealismo em Jean Rouch
ISBN: 978-85-7475-159-7; 225 pgs.; R$39,00


Pesquisador da casa de Rui Barbosa, o jurista e cientista político Júlio Aurélio Vianna Lopes faz aqui o mais abrangente estudo sobre o trabalho de elaboração da Constituição de 1988.

A Carta da Democracia – O processo constituinte da ordem pública de 1988
ISBN: 978-85-7475-160-3; 257 pgs.; R$39,00


Com sua experiência de mais de 40 anos de vida diplomática, Vasco Mariz, também historiador, musicólogo e lexicógrafo, revela várias histórias interessantes e pouco conhecidas do público em geral.

Temas da política internacional – Ensaios, palestras e recordações diplomáticas
ISBN: 978-85-7475-162-7; 431 pgs.; R$49,00


Premiado ator, dramaturgo, diretor e produtor, Antonio Pedro coordena há 15 anos um grupo de artistas em busca de um teatro popular – de que é resultado este livro (com DVD incluído).

To play or not to play – O trabalho teatral do CETE
ISBN: 978-85-7475-157-3; 167 pgs.; R$36,00. Editado em parceria com a UNIRIO e a FAPERJ


Doutor em ciência política pelo Iuperj, o professor Bruno Sciberras de Carvalho faz aqui uma corajosa investigação sobre os pressupostos da teoria da escolha racional.

A escolha racional como teoria social e política: uma interpretação crítica
ISBN: 978-85-7475-152-8; 283 pgs.; R$37,90


Uma análise acurada sobre a trajetória da Escola da Magistratura e sua capacidade de formar bons juízes está nessa obra do juiz Roberto Fragale Filho.

Aprendendo a ser juiz – A Escola da Magistratura da Justiça do Trabalho no estado do Rio de Janeiro Editado em parceria com a UniverCidade. Prefácio do ministro Eros Grau, do STF.
ISBN: 978-85-7475-756-6; 227 pgs.; R$32,90


A ensaísta Kathrin Rosenfield criou um guia para quem deseja compreender melhor os meandros do belo romance de Guimarães Rosa.

Grande sertão: veredas - Roteiro de leitura
ISBN: 85-7475-126-X; 151 pgs.; R$24,90



A história da flauta e o que mudou na forma de pensar e ensinar o instrumento, a partir do período barroco, estão neste livro da flautista Laura Rónai.

Em busca de um mundo perdido – Métodos de flauta do Barroco ao século XX
ISBN: 978-85-7475-146-7; 314 pgs.; R$43,90


O mais respeitado crítico literário brasileiro, Wilson Martins, lança o segundo volume de seus artigos publicados em jornais.

O ano literário / 2002 – 2003
ISBN: 978-85-7475-153-5; 417 pgs.; R$42,90



Três obras importantes de um de nossos maiores teóricos da literatura, Luiz Costa Lima, estão agora reunidas em nova edição.

Trilogia do controle: O controle do imaginário / Sociedade e discurso ficcional / O fingidor e o censor
ISBN: 978-85-7475-749-8; 846 pgs.; R$79,90



Uma grave lacuna em nossa historiografia é sanada com este livro do diplomata Vasco Mariz e do oficial da Marinha francesa Lucien Provençal.

La Ravardière e a França equinocial / Os franceses no Maranhão (1612-1615)
ISBN: 978-85-7475-150-4; 231 pgs.; R$34,90


Em 2008, festejamos os 200 anos da chegada da família real portuguesa ao Rio de Janeiro. Quem quiser compreender o impacto dessa mudança na vida da então colônia de Portugal precisa ler D. João VI no Brasil, do pernambucano Oliveira Lima. Escrito há 100 anos, ele é a fonte onde vêm bebendo os historiadores que nos últimos meses se dedicaram ao tema. Segundo o antropólogo Roberto DaMatta, "a importância desse livro está na sua capacidade de prover materiais que nos ajudam a pensar melhor as nossas raízes e, com isso, aquilatar de modo mais realista as instituições que nos têm governado". Saudado por seu conterrâneo, Evaldo Cabral de Mello, como a obra máxima do historiador – "aquela em que melhor se conciliaram, de um lado, seu gosto pela pesquisa histórica, despertado na infância recifense por um tio desembargador que lhe presenteou com uma coleção da 'Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano'; e, de outro, a experiência adquirida na carreira de diplomata, para a qual seria nomeado ainda muito jovem" – este clássico da historiografia brasileira, que tem prefácio do respeitado crítico Wilson Martins, voltou às livrarias em nova edição da Topbooks, com design mais bonito. Clique na capa para saber detalhes técnicos e veja aqui a fortuna crítica do livro.


D. João VI no Brasil

ISBN: 85-7475-123-5;
790 pgs.; R$ 69,00


Cinqüenta e quatro anos após sua primeira edição, a Topbooks, em parceria com a UniverCidade, trouxe de volta ao mercado O Rio de Janeiro imperial, de Adolfo Morales de los Rios Filho (1887-1973). Difícil entender como ficou meio século sem reedição um dos mais completos retratos da vida na Corte no século XIX. Aliando elegância de linguagem e profundo conhecimento do tema, o autor discorre sobre a evolução urbana e o clima; as terras, bosques e rios cariocas; capoeiras, escravos e tipos populares; a rua, o calçamento, o lixo; saneamento e obras públicas, parques e jardins; a política e os impostos, as casas e os aluguéis; a polícia, os transportes, os hospitais; o trabalho e a instrução, agricultura, comércio e indústria; a vida doméstica e os salões cariocas; o carnaval e as procissões; as festas e o luto, o namoro e a poesia; indumentária e costumes, cultos e crenças; a imprensa e as artes, livrarias e museus. Excelente fonte de consulta, este livro, que também narra a chegada da família real portuguesa em 1808, voltou às mãos dos leitores corrigido de certas imprecisões de linguagem, acrescido de três cadernos de fotos e com um tratamento gráfico à altura de sua importância, além de um excelente ensaio introdutório assinado pelo historiador Alberto da Costa e Silva. Clique na capa para saber mais e leia aqui o texto de apresentação.

O Rio de Janeiro Imperial
ISBN: 85.7475-016-6;
552 pgs; R$ 60,00

Em seu prefácio ao livro No Japão — Impressões da terra e da gente, o autor, Oliveira Lima, conta que um amigo, "grande viajante e grande admirador" daquele país, aconselhou-o a escrever logo, "de uma assentada, as minhas sensações sobre o Japão, sensações da paisagem e sensações dos costumes", para que não perdesse "o frescor das impressões imediatas". Ele seguiu o conselho, e o resultado é uma obra que, embora escrita há 105 anos, conserva o encanto das intenções instintivas, ainda que a elas se tenha seguido um longo período de estudo e reflexão. Oliveira Lima chegou a Tóquio aos 35 anos, em missão diplomática, e ali viveu por 21 meses; seu conterrâneo Gilberto Freyre, que lhe atribuía qualidades de "sociólogo do tipo que hoje se denomina futurólogo", comentava que "No Japão é um livro de tal vigor literário que há quem diga de Aluísio Azevedo [vice-cônsul do Brasil ali, entre 1897 e 1899] ter desistido, em face de páginas de tão bom impressionismo, de publicar suas impressões daquele país". Saiba mais clicando na capa e lendo o texto de apresentação do livro.


No Japão — Impressões da
terra e da gente

TOP-004;
376 pgs; R$ 39,00


Esta coletânea, intitulada Fragmentos sobre as relações nipo-brasileiras no pós-guerra, reúne ensaios e depoimentos importantes para se compreender como duas economias, muito diferentes e distantes entre si, vieram a se tornar parceiras na aventura pelo desenvolvimento. Além de autor de vários textos, o organizador, Paulo Yokota, economista e ex-professor da Faculdade de Economia e Administração da USP, convidou outros 10 intelectuais e técnicos residentes nos dois países - como o brazilianist Kotaro Horisaka, acadêmico e jornalista que viveu muito tempo no Brasil, e os executivos Katsunori Yamamoto (japonês), Eliezer Batista e Shigeaki Ueki (brasileiros), que comandaram grandes projetos envolvendo os dois países - para contar suas experiências. Quer mais detalhes? Clique na capa do livro e veja o texto de apresentação.

Fragmentos sobre as relações
nipo-brasileiras no pós-guerra

TOP-080;
239 pgs; R$ 25,00


Jornalista e sociólogo, o japonês Masayuki Fukasawa morou
em São Paulo entre 1992 e 1995, casou-se, e depois retornou,
com a mulher, à terra natal, onde passou três anos e meio
convivendo com brasileiros, acompanhando suas dificuldades e
sofrimentos na cidade de Oizumi. Dessa experiência nasceu o livro
Um mundo paralelo – A vida da comunidade brasileira de Oizumi,
Japão
, que lhe valeu dois prêmios literários: um cá, outro lá.
O economista Paulo Yokota assina o prefácio do livro, cheio
de fotos do arquivo pessoal de Fukasawa. Veja detalhes clicando
na capa do livro e saiba mais sobre seu autor aqui.


Um mundo paralelo – A vida
da comunidade brasileira de Oizumi, Japão

ISBN: 85-7475-053-0;
214 pgs; R$ 25,00
Conferências sobre retórica e belas-letras, do filósofo e economista escocês Adam Smith, é o novo lançamento da Coleção Liberty Classics, fruto da parceria entre o Liberty Fund, de Indianápolis, Estados Unidos, e a carioca Topbooks. Este é o sétimo dentre os 10 livros contratados para a segunda fase do programa, e com ele a Coleção completa 15 títulos editados de um total de 20. Os outros cinco serão publicados em 2009. Clique na capa ao lado para ver a sinopse e leia aqui o texto de apresentação.

A história das origens do governo representativo na Europa reúne 51 palestras feitas pelo político, filósofo e historiador François Guizot na Sorbonne, em Paris, entre 1820 e 1822, e publicadas em francês três décadas mais tarde. Ao refletir sobre as origens do governo representativo, Guizot introduziu um novo vocabulário e um método investigativo que formaram uma filosofia política original. Clique na capa ao lado para ver a sinopse e leia aqui o texto de apresentação.

A crise do século XVII – Religião, a Reforma e mudança social, do americano Hugh Trevor-Roper, reúne ensaios sobre a história européia, sobretudo entre o fim do Renascimento, datado de 1620, e o surgimento do Iluminismo, em torno de 1660, uma época de caça às bruxas. A crítica especializada aplaudiu este lançamento, como se pode constatar nas resenhas publicadas na imprensa. . Clique na capa ao lado para ver a sinopse e leia aqui o texto de apresentação.


Princípios de política aplicáveis a todos os governos, de Benjamin Constant, é uma exposição lúcida dos valores associados à defesa da liberdade, em oposição ao despotismo. Este é o quarto dos 10 títulos que compõem a segunda etapa do programa de co-edições, iniciado em 2003; da primeira fase, foram lançados oito títulos, e outros dois estão em final de produção, para lançamento em 2008. Clique na capa ao lado para ver a sinopse e leia aqui o texto de apresentação.

Os deveres do homem e do cidadão de acordo com as leis do direito natural, de Samuel Pufendorf, foi um dos primeiros textos a sugerir que as leis derivadas da sociabilidade no Estado civil se assentavam nas convenções sociais, e não em valores transcendentes. Seu autor considerava a paz social a principal meta do direito natural, o que representou mudança radical na interpretação do Estado, da ética e das instituições políticas. Clique na capa do livro para ver a sinopse e leia aqui o texto de apresentação.

História como história da liberdade, de Benedetto Croce, "é talvez o mais belo entre muitos livros belos do grande filósofo, historiador e crítico", na opinião de Otto Maria Carpeaux. Nele, o pensador italiano destaca que existe identificação lógica entre história e filosofia. Sendo uma síntese entre idéia e ação, a história representa a continuidade entre passado, presente e futuro; ou seja, é a encarnação do progresso e, como tal, é história da liberdade. Clique na capa para ver a sinopse e leia aqui o texto de apresentação.


Saiba mais sobre a LIBERTY CLASSICS, uma parceria do Liberty Fund, de Indianápolis, Estados Unidos, com a carioca TOPBOOKS.

Conheça melhor o programa de co-edições

Leia aqui reportagem de O Globo sobre a coleção

Veja quais são os títulos já disponíveis

Leia o discurso de lançamento da Coleção.

Está de volta às livrarias, em edição revista e com capa nova, a Prosa poética de Arthur Rimbaud traduzida por Ivo Barroso, vencedor do Prêmio Jabuti. Em 2004, a Topbooks lançou a edição comemorativa da Poesia completa do grande poeta francês para festejar seus 150 anos de nascimento. Ainda no segundo semestre de 2008 sairá do forno o terceiro e último livro do projeto de edição da obra integral de Rimbaud: sua Correspondência, já em fase final de revisão, com tradução, notas e comentários de Ivo Barroso. Os três títulos são bilíngües (português e francês). Para saber detalhes técnicos sobre os dois já editados – a Poesia e a Prosa – clique nas capas dos livros. E leia mais sobre o assunto clicando aqui.

A fascinante organização social da tribo Kaxinawa é o tema de estudo da antropóloga Els Lagrou, autora também dos belos desenhos que ilustram suas observações sobre o convívio com esses índios da Amazônia.

A fluidez da forma: arte, alteridade e agência em uma sociedade amazônica (Kaxinawa, Acre)
ISBN: 978-85-7475-130-6; 565 pgs.; R$63,00


Em ensaio muito bem-documentado, o analista político e parlamentar Vilmar Rocha examina objetivamente o populismo, em especial o do Brasil de Vargas, da Argentina de Perón e da Venezuela de Chávez.

O fascínio do neopopulismo
ISBN: 978-85-7475-148-1; 122 pgs.; R$23,90


O antropólogo Otávio Velho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, lança um livro de ensaios, sobre diferentes temas, que ajuda a pensar melhor o Brasil e o mundo.

Mais realistas do que o rei / Ocidentalismo, religião e modernidades alternativas
ISBN: 978-85-7475-135-1; 383 pgs.; R$ 45,90


Em suas memórias, Afonso Arinos, filho, diplomata e membro da Academia Brasileira de Letras, fala, com sensibilidade e elegância de estilo, de um tempo que a modernidade destruiu.

Mirante
ISBN: 85-7475-132-4; 377 pgs.; R$ 44,90


A trilogia de José Alcides Pinto, louvada pela crítica como seu mais agudo trabalho de composição de personagens, ganha reedição caprichada nos 55 anos de carreira do escritor cearense.  

Tempo dos mortos (Estação da morte, O enigma e O sonho)
ISBN: 978-85-7475-133-7; 208 pgs.; R$ 29,00

POESIA GANHA PRÊMIO
Em julho de 2007, Adriano Espínola recebeu o Prêmio de Poesia 2007 da Academia Brasileira de Letras, confirmando a avaliação da crítica especializada, que o aponta como "o poeta da cidade e sua vertigem". Em seu parecer, a Comissão Julgadora da ABL diz que "Praia provisória ratifica o elevado grau de qualidade e consistência da poesia de Adriano Espínola, cuja obra vem obtendo o reconhecimento dos mais categorizados críticos literários do país.


O poeta se notabiliza pelo domínio consolidado da técnica do verso, que lhe permite circular à vontade das formas livres às fixas, com igual rendimento estético.

A isso se alia um fecundo diálogo intertextual com vozes proeminentes da lírica brasileira e universal, sem que tal prática impeça o autor de manifestar um timbre próprio.

Escritor continuamente “em trânsito”, conforme o título de uma de suas coletâneas, estabelece pontes entre o registro popular e o erudito, entre a sintaxe ora distensa, ora elíptica, entre o tom grave e as guerrilhas do humor.

Adriano Espínola, em Praia provisória, intensifica suas reflexões sobre as armadilhas da temporalidade, por meio de uma poesia simultaneamente comunicativa e formalmente rigorosa".


POESIA PERDE TOLENTINO
Um dos poetas de maior expressão do país, Bruno Tolentino, de quem a Topbooks publicou dois belos livros, morreu no dia 27 de junho. A balada do cárcere, que retrata a passagem do autor pela prisão na Inglaterra, ganhou o Prêmio Cruz e Sousa de Poesia em 1996 e o Prêmio Abgar Renault em 1997. Sobre ele escreveu Ferreira Gullar: “Lúcido, irreverente, ironicamente comovido, Bruno Tolentino, lidando com o lido e o vivido, nos entrega neste livro uma poesia inteligente e madura”.

Já de Anulação & outros reparos – seu primeiro livro, lançado nos anos 60 com prefácio de José Guilherme Merquior – a editora publicou em 1998 uma segunda edição, em que o autor fez sua versão definitiva, incluindo outros poemas, entre eles um escrito sob o impacto da morte da atriz Anecy Rocha, muito comovente.

Saiba mais sobre estes dois títulos clicando nas capinhas abaixo.

A balada do cárcere
Registro: TOP-067; 130 pgs.;
R$ 20,00

Anulação & outros reparos
ISBN: 85.86020-58-3; 298 pgs.; R$ 30,00


MELHOR ENSAIO LITERÁRIO
N
o ano do cinqüentenário de duas de suas obras mais importantes, Guimarães Rosa ganhou nova luz em livro de Kathrin Rosenfield, que acaba de receber, da Fundação Biblioteca Nacional, o Prêmio Mario de Andrade de Ensaio Literário.

Desenveredando Rosa - A obra de J. G. Rosa e outros estudos rosianos
ISBN: 85-7475-116-2; 393 pgs.; R$ 43,00


"Fazer um livro não significa mérito nenhum se este livro não melhora as pessoas", disse o poeta inglês Samuel T. Coleridge, e tal lema vem norteando o trabalho da editora TOPBOOKS desde 1990.

Além de um catálogo de qualidade, reflexo de nosso empenho em recuperar livros importantes há longo tempo fora do mercado, e em editar sempre bons textos de literatura, história, ensaio e poesia, os leitores encontrarão muitas notícias interessantes no site da TOPBOOKS, que está completando 18 anos de vida em 2008.

O site da TOPBOOKS está oferecendo 20% de desconto no preço de capa em todos os títulos do catálogo. APROVEITE!

Se você prefere pagar com cartão de crédito, por favor faça sua compra no site da Livraria Cultura: www.livrariacultura.com.br.

Se você já notou que não pode ganhar a discussão, então tumultue e confunda. Em outras palavras: se não tem argumentos para convencer seu interlocutor, faça com que ele se perca em seus próprios argumentos. Desvie o foco da discussão, mude de assunto - de preferência para um tema no qual você tem mais segurança - e leve-o a concordar com você.


Ou, simplesmente, encaminhe o debate para um beco sem saída. Os dois vão sair perdendo, mas isso é uma vantagem pra quem ia perder de qualquer jeito. Estes macetes estão entre os 38 "estratagemas" analisados pelo filósofo alemão Arthur Schopenhauer (1788-1860) em Como vencer um debate sem precisar ter razão, lançado pela TOPBOOKS em 1997 e até hoje entre os mais vendidos. Livrinho perturbador em que Schopenhauer desmascara os esquemas da argumentação maliciosa e falsa, está mais atual do que nunca nestes tempos de CPIs que sacodem a República.

Clique na capa do livro para ver a sinopse e leia aqui alguns dos muitos comentários e notas que circulam na Internet desde sua primeira edição.


O austríaco Otto Maria Carpeaux, crítico literário que falava várias línguas e discorria com agudeza também sobre música, teatro, cinema, filosofia, política e muitos outros temas, foi um dos maiores intelectuais do século XX, e enriqueceu culturalmente o Brasil quando aqui chegou, fugindo do nazismo. A Topbooks e a Editora da UniverCidade se uniram para entregar aos leitores este Ensaios Reunidos, 1946-1971 / Volume II, segunda parte do projeto de edição da Obra Completa de Carpeaux que veio a lume nas celebrações do 105º aniversário do mestre europeu.


Além de três eruditos prefácios, o livro traz 205 artigos escritos entre 1946 e 1969 para vários jornais – especialmente Jornal do Commercio, O Jornal, A Manhã e O Estado de S. Paulo – que nunca foram recolhidos em livro, e se encontravam perdidos nas velhas coleções de bibliotecas como a da Fundação Casa de Ruy Barbosa, a Academia Brasileira de Letras e a Biblioteca Nacional. Clique na capinha para saber mais sobre este ambicioso projeto.


Nervos de aço – Um retrato da política e dos políticos no Brasil é a história completa da crise política que sacudiu o país contada por quem a desencadeou, o que já bastaria para transformá-lo em documento histórico e jornalístico da maior importância. Mas o livro – que acaba de ganhar uma nova edição – vai mais longe: nele, Roberto Jefferson, deputado federal pelo PTB por 23 anos, e hoje presidente do partido, faz uma leitura profunda e esclarecedora dos mecanismos de corrupção que mancharam nossa história recente, ajudando a explicar essa terrível crise que parece ainda estar longe de terminar.


Clique na capa do livro para ver a sinopse e saber como comprar

Leia aqui os textos de abertura e quarta-capa, e outras opiniões sobre a crise

Veja alguns trechos do que já saiu na imprensa


Completaria 90 anos, em 2007, o ministro, economista e embaixador Roberto Campos, de quem a Topbooks lançou recentemente uma edição revista de A lanterna na popa. Saiba mais sobre o autor e seu premiado livro de memórias clicando aqui.

A lanterna na popa
Roberto Campos
ISBN: 85.7475-037-9/85-7475-038-7;
2 volumes; 1.460 pgs; R$ 139,00

Christine Ajuz editou o Caderno de TV do Jornal do Brasil, foi editora de cultura da sucursal-Rio da revista IstoÉ e do departamento de jornalismo da TV Educativa, e assinou durante 10 anos a Coluna da Christine na imprensa carioca. Editora-assistente da Topbooks, continua escrevendo sobre arte e cultura.



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