"ANÔNIMA INTIMIDADE",
O PRIMEIRO LIVRO DE POESIA DE MICHEL TEMER

Quinta-feira, dia 31 de janeiro de 2013, marca o lançamento na Livraria Cultura, em São Paulo, de ANÔNIMA INTIMIDADE, o primeiro livro de poemas do paulista Michel Temer, autor de várias obras na área do Direito, uma delas — Elementos do Direito Constitucional — com mais de 200 mil exemplares vendidos. Advogado, doutor em Direito pela PUC/SP, presidente do PMDB e três vezes presidente da Câmara dos Deputados, o vice-presidente do Brasil agora traz a público um outro lado seu. Este livro, belamente ilustrado com desenhos de Ciro Fernandes, nos revela "um Michel Temer ora poeta, ora prosador poético, e, nesse domínio estético, um refinado artífice da palavra", como aponta no prefácio o jurista Carlos Ayres Britto. CLIQUE NA CAPA DO LIVRO PARA SABER MAIS.

Anônima Intimidade
ISBN: 978-85-7475-215-0; 165 págs. / R$ 39,00

Veja a reportagem sobre o lançamento do livro, clicando aqui.

O Brasil perdeu, em dezembro passado, um de seus maiores poetas. A editora Topbooks perdeu um dos mais importantes autores de seu catálogo e – pior de tudo – um grande amigo. Hiperativo, espirituoso, de incrível agilidade física e mental, Lêdo Ivo tinha total domínio da língua portuguesa e, além de dotado de uma veia poética especialíssima, também deixou obras de alta qualidade nas áreas de ensaio, memória e romance. Veja aqui o texto emocionado que o poeta e crítico literário Antonio Carlos Secchin leu na Academia Brasileira de Letras, dia 10 de janeiro de 2013, na Sessão da Saudade em que os acadêmicos homenagearam o confrade morto.

Dele a Topbooks editou três livros de poemas: Curral de Peixe, Plenilúnio e, nas comemorações dos 80 anos, sua Poesia Completa, com mais de mil páginas; publicou ainda um romance (Ninho de cobras), uma coletânea de ensaios (A república da desilusão) e um livro de memórias com caderno de fotos de 16 páginas (Confissões de um poeta). Para completar, foi lançado um importante livro de crítica literária da dramaturga Leila Míccolis, que escolheu como tema de sua pesquisa de doutorado o poema “Passagem de Calabar”, de Lêdo Ivo.

Por considerar fundamental que as novas gerações conheçam bem a obra desse alagoano tão inspirado, a Topbooks dá desconto de 40 por cento sobre o preço de todos os livros acima citados. Clique na capa de cada um para saber mais.


Poesia Completa
Confissões de um poeta
Plenilúnio
Ninho de cobras
Curral de peixe
A república da desilusão
Passagem de Calabar  / Uma análise do poema dramático de Lêdo Ivo

Mais sobre a morte de Lêdo Ivo:
Jornal El País Notícias de Navarra Folha de São Paulo

Mais sobre a obra de Lêdo Ivo:

Caminhos poéticos (13/11/2004)

A estética da diferença (11/10/2004)

O poeta de todos os idiomas da dúvida (25/09/2004)

Depoimento do editor José Mario Pereira, da Topbooks,
Sobre a edição de Poesia Completa 1940-2004

Poeta pleno (28/06/2004)

A poesia madura, mas viçosa de Lêdo Ivo (23/05/2004)

Ofício clandestino (14/10/2004)

Histórias de poeta (04/10/2004)

A exatidão do oceano (25/09/2004)

Desfile de 16 de setembro homenageia Lêdo Ivo (14/09/2004)

Figura de poeta (24/07/2004)

Lêdo Ivo: 80 anos de vitalidade (02/06/2004)

Entrevista de Geneton Moraes Neto (01/04/2004)

 

 NOVO LIVRO NA COLEÇÃO LIBERTY CLASSICS

Leia mais sobre o décimo oitavo livro da coleção editada em parceria com o Liberty Fund, clicando aqui. Trata-se de REFLEXÕES SOBRE A REVOLUÇÃO NA FRANÇA, do inglês Edmund Burke, traduzido por Eduardo Francisco Alves.

COLUNISTA ESTREIA NA FOLHA DE S. PAULO COMENTANDO O LIVRO
"COMO VENCER UM DEBATE SEM PRECISAR TER RAZÃO"


Sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Razão e relinchos

MICHEL LAUB

Existe um livro de Schopenhauer chamado "Como Vencer um Debate sem Precisar Ter Razão" (ed. Topbooks). Um dos riscos de escrever uma coluna de jornal hoje, ou de opinar em qualquer instância pública, é o oposto: ser ignorado, quando não perseguido e açoitado num pelourinho de grunhidos, relinchos e cacarejos, a despeito da mais cuidadosa argumentação.
Convencer alguém a mudar de ideia não é algo comum em nosso tempo. Basta uma semana nas redes sociais para perceber: militantes pró e contra aborto, descriminação da maconha, eutanásia, cotas, cabras e sobrenomes Guarani-Kaiowá, a maioria está ali para confirmar certezas prévias ou se irritar com quem diz o contrário.

Uma radicalização que também nasce do meio: para que os palpites sejam ouvidos entre tantas vozes, a tendência é que o adjetivo prevaleça sobre o termo exato, a ênfase sobre a ponderação, as regras generalizantes sobre as nuances que tiram a graça e o colorido das frases e slogans.

Renato Parada / Divulgação
Renato Parada
Divulgação

Num cenário assim, não é difícil adotar um tom nostálgico ou apocalíptico. Talvez se possa lamentar o fim de uma suposta era de ouro dos debates elevados.

Prefiro seguir achando que a humanidade não mudou tanto: apenas passamos a ouvir, graças a uma tecnologia muito mais benéfica que perniciosa, que criou possibilidades infinitas de compartilhamento de informação, as conversas antes restritas a botecos. É um choque descobrir que amigos são tão ignorantes, levianos ou idiotas, claro, mas até isso tem seu lado positivo.

De certa forma, estamos diante de um problema das democracias maduras, que já superaram -ou deviam ter superado- questões graves referentes à liberdade de discurso. Ou seja, não estou falando da lei, que proíbe censura, calúnia, injúria e difamação. Nem da ética, que repele a desonestidade intelectual sem que seu autor precise ir para a cadeia. Estou falando é de etiqueta, a "pequena ética" que em sua face menos elitista propõe tolerar os modos alheios -um caminho para, quem sabe, prestar atenção ao que eles representam.

Isso porque linguagem e tom -que são maneiras de segurar os talheres num debate- nem sempre arruínam as ideias por terem aparência tosca. Dá um pouco de cansaço, por exemplo, quando bikers defendem suas propostas para o trânsito com tamanha agressividade. Ou quando a pecha de "fascista", misturada à teoria política da salmonela, aparece na discussão sobre bisnagas de plástico proibidas em feiras e lanchonetes. Ainda assim, tudo a favor de ciclovias e meios alternativos de transporte, e abaixo aqueles saquinhos tristes de ketchup e mostarda.

Num ensaio de 2005, um nome insuspeito quando o tema é a consequência das palavras -Salman Rushdie, que passou anos escondido por causa de um livro considerado blasfemo pelo Irã- escreveu: "Na Universidade de Cambridge, me ensinaram (...) que não se deve ser grosseiro com a pessoa com quem se discute, mas se pode ser extremamente grosseiro em relação a tudo que ela pensa". Parece uma citação descabida num texto sobre etiqueta. Na verdade, é a lembrança de uma regra ideal em debates: deveria importar o que é dito, e não quem diz. É o que impede um interlocutor de ser desqualificado por gênero, crença, classe ou etnia.

Forçando um pouco a boa-fé, por que não abstrair também o partido em que o interlocutor vota, a empresa jornalística onde trabalha, os amigos que tem? Ou suas deficiências retóricas, sua ingenuidade, sua queda pelo vitimismo, pelo sentimentalismo, pelo insulto? A distinção total entre texto e autor é utópica, e o conteúdo de uma ideia pode ser indistinguível de sua forma, e às vezes tudo se resume mesmo a interesse ou tolice, mas o esforço para enxergar um pouco além disso é sempre virtuoso. Pensar com liberdade, o melhor atalho para identificar o lado certo numa disputa, passa por ouvir e aprender com vozes dissonantes. Mesmo que o timbre delas seja mais frequente em zoológicos, penitenciárias e hospícios.

Michel Laub é escritor e jornalista. Publicou cinco romances, entre eles "Diário da Queda" (Companhia das Letras, 2011). Escreve a cada duas semanas, sempre às sextas-feiras, na versão impressa da "Ilustrada".


Se você já notou que não pode ganhar a discussão, então tumultue e confunda. Em outras palavras: se não tem argumentos para convencer seu interlocutor, faça com que ele se perca em seus próprios argumentos. Desvie o foco da discussão, mude de assunto - de preferência para um tema no qual você tem mais segurança - e leve-o a concordar com você.

Como vencer um debate sem precisar ter razão
TOP-048; 260 pgs.; R$31,00





Este livro revela os bastidores de uma parte do trabalho de destruição da esquerda brasileira durante os anos 70 e início dos 80. É o depoimento, em primeira pessoa, de um ex-delegado do DOPS que foi o principal agente de um grupo de militares fora da cadeia de comando oficial das Forças Armadas. No início, eles foram autorizados pelo Governo Federal a promover a matança e o aniquilamento da esquerda, o que incluía o desaparecimento dos corpos das vítimas. Depois, estes mesmos militares começaram a se rebelar contra o comando oficial. Cláudio Guerra conta aqui o que viu e o que fez. Seu nome não está em nenhuma das listas de agentes torturadores, feitas pelas organizações de esquerda, porque na verdade ele nunca torturou ninguém: sua missão era matar. O relato desse agente da repressão já foi lido pela presidente Dilma Roussef, e fará parte do material a ser analisado pela Comissão da Verdade. CLIQUE AQUI PARA COMPRAR.

Memórias de uma guerra suja
ISBN: 978-85-7475-204-4; 291 pgs.; R$43,90

 SAINDO AGORA DO FORNO (clique nas capas para saber mais)

Em textos escritos ao longo de mais de 50 anos, só agora reunidos em livro, Carlos Heitor Cony fala de Chaplin, Victor Hugo, Fellini, Teilhard de Chardin, Nero, João Paulo II, e de vários escritores brasileiros, como Machado de Assis e Lima Barreto, traçando perfis importantes na sua criativa prosa literária.

Chaplin e outros ensaios
ISBN: 978-85-7475-212-9; 290 pgs.; R$41,90


Um trabalho de campo na terceira maior favela do Brasil, ao longo de 27 meses, transformou-se neste livro da advogada e professora de Direito Civil Cláudia Franco Corrêa — obra fundamental para que se entenda, de forma séria e objetiva, o direito de propriedade, de posse e de usucapião.

Controvérsias: Entre o "direito de moradia" em favelas e o direito de propriedade imobiliária na cidade do Rio de Janeiro / O "direito de laje" em questão
ISBN: 978-85-7475-213-6; 284 pgs.; R$39,90


Original e provocador, o diplomata Felipe Fortuna, também poeta, ensaísta e tradutor, em seu quinto livro de poesia apresenta três longos poemas, nos quais medita sobre a mesmice, fala de suicídio e lembra aqueles que perderam a esperança na literatura.

A mesma coisa
ISBN: 978-85-7475-214-3; 83 pgs.; R$29,00




Escritora de renome, Margarida Patriota emociona os leitores ao criar um romance sobre o poeta João da Cruz e Sousa (1861-1898), o introdutor do Simbolismo no Brasil, enfrentando com rara sensibilidade as questões fundamentais que o atormentaram tanto na vida quanto na obra.

A lenda de João, o Assinalado – Cruz e Sousa, o poeta negro
ISBN: 978-85-7475-210-5; 303 pgs.; R$39,90


Trama política e amorosa, drama existencial e social se entrelaçam nesse romance sobre prefeito do interior que quer se passar por morto para saber o que os outros pensam dele. Com ironia e leveza, Roberto França monta uma sátira do Brasil, ainda hoje guiado por "salvadores da pátria".

O incrível caso do morto-vivo
ISBN: 978-85-7475-211-2; 285 pgs.; R$38,90


Eis aqui um dicionário sem similar no país: com mais de 4.500 vocábulos conhecidos como "falsas semelhanças", ele vai ajudar estudantes e profissionais a escapar das armadilhas das palavras que parecem ter um significado – por causa do som ou da grafia parecida com o Português – quando na verdade têm outro bem diferente.

Dicionário Inglês-Português
ISBN: 978-85-7475-208-2; 231 pgs.; R$41,90


Dilma Bittencourt faz aqui um mergulho profundo na obra de Lygia Bojunga, e, através da troca de correspondência com a premiada escritora de livros infantojuvenis, traça um paralelo entre ficção e realidade e dá voz própria aos personagens da autora de A Casa da Madrinha.

Conversando com Lygia – www.cartasresenhasbilhetes.etc
ISBN: 978-85-7475-209-9; 108 pgs.; R$24,90


Em seu terceiro romance, Almir Ghiaroni brinda os fãs com um drama cheio de suspense: empresário bem-sucedido descobre que seu filho quer destruí-lo. “Uma história esotérica conquistou a admiração de um agnóstico convicto como eu”, disse Gilberto Braga.

Uma vida não basta
ISBN: 978-85-7475-203-7; 197 pgs.; R$33,90




Jornalista combativo, José Nêumanne Pinto escreveu uma biografia não autorizada de Luiz Inácio Lula da Silva, desfazendo mitos e restabelecendo a verdade sobre o maior líder político brasileiro que, na opinião do autor, nunca foi um homem de esquerda.

O que sei de Lula
ISBN: 978-85-7475-188-7; 522 pgs.; R$69,00





O britânico James Delingpole explica de que modo a perversa mistura de ciência de segunda categoria, modismo verde, ambição empresarial e oportunismo político provocou a maior – e mais dispendiosa – histeria geral da história. Este livro promete causar furor durante a RIO + 20.

Os Melancias – Como os ambientalistas estão matando o planeta, destruindo a economia e roubando o futuro de vossos filhos
ISBN: 978-85-7475-207-5; 320 pgs.; R$46,90




Luís de Gusmão, professor de Sociologia na Universidade de Brasília, prova nesta obra, fruto de mais de uma década de observações e estudos, que a moderna investigação sociológica dispensa jargões pedantes e esotéricos.

O fetichismo do conceito – Limites do conhecimento teórico na investigação social
ISBN: 978-85-7475-198-6; 358 pgs.; R$47,90



 COLEÇÃO LIBERTY CLASSICS GANHA MAIS UM TÍTULO

Novo volume da coleção – agora com 18 títulos – editada em parceria com o Liberty Fund, de Indianápolis (EUA), este livro, escrito em 1790 (antes da queda da monarquia francesa) pelo irlandês Edmund Burke (1729-1797), então deputado no Parlamento britânico, teve 11 edições em apenas um ano. E despertou tanta polêmica que transformou seu autor numa personalidade europeia.

Reflexões sobre a Revolução na França
ISBN: 978-85-7475-136-8; 662 pgs.; R$83,90




Publicado pela primeira vez no Brasil, este livro pode ser entendido como obra de filosofia e mesmo de teologia, e não somente como ensaio de história social e política. Escrito pelo canadense Charles Norris Cochrane (1889–1945), aborda uma mudança fundamental no pensamento e na ação humana ocorrida entre o mundo de Augusto e Virgílio e o mundo de Teodósio e Santo Agostinho.

Cristianismo e cultura clássica – Um estudo das ideias e da ação, de Augusto a Agostinho
ISBN: 978-85-7475-142-9; 872 pgs.; R$88,90




Neste livro estão reunidos 24 ensaios do pensador inglês Samuel Johnson (1709-1784) que ajudam a entender por que sua obra permanece tão importante até os dias de hoje. São textos sobre as principais questões sociais, econômicas e políticas de seu tempo, incluindo os panfletos “O alarme falso”, “Reflexões sobre a coroação” e “O patriota” – este um dos mais célebres do autor, produzido durante a Revolução Americana. Como disse o crítico brasileiro Daniel Piza (1970-2011), “suas ideias não podiam ser facilmente rotuladas – e isso é infelizmente raro até hoje”.

Escritos políticos
ISBN: 978-85-7475-138-2; 785 pgs.; R$93,00


Um dos aspectos mais interessantes destas Conferências sobre retórica e belas-letras, do filósofo e economista escocês Adam Smith, "é que elas nos ajudam a compreender melhor a preocupação do ser humano com os sentimentos e suas formas de expressão", segundo James Moore. Clique na capa ao lado para ver a sinopse e leia aqui o texto de apresentação.


A história das origens do governo representativo na Europa reúne 51 palestras feitas pelo político, filósofo e historiador François Guizot na Sorbonne, em Paris, entre 1820 e 1822, e publicadas em francês três décadas mais tarde. Ao refletir sobre as origens do governo representativo, Guizot introduziu um novo vocabulário e um método investigativo que formaram uma filosofia política original. Clique na capa ao lado para ver a sinopse e leia aqui o texto de apresentação.

A crise do século XVII – Religião, a Reforma e mudança social, do americano Hugh Trevor-Roper, reúne ensaios sobre a história européia, sobretudo entre o fim do Renascimento, datado de 1620, e o surgimento do Iluminismo, em torno de 1660, uma época de caça às bruxas. A crítica especializada aplaudiu este lançamento, como se pode constatar nas resenhas publicadas na imprensa. . Clique na capa ao lado para ver a sinopse e leia aqui o texto de apresentação.


Princípios de política aplicáveis a todos os governos, de Benjamin Constant, é uma exposição lúcida dos valores associados à defesa da liberdade, em oposição ao despotismo. Este é o quarto dos 10 títulos que compõem a segunda etapa do programa de co-edições, iniciado em 2003; da primeira fase, foram lançados oito títulos, e outros dois estão em final de produção, para lançamento em 2008. Clique na capa ao lado para ver a sinopse e leia aqui o texto de apresentação.

Os deveres do homem e do cidadão de acordo com as leis do direito natural, de Samuel Pufendorf, foi um dos primeiros textos a sugerir que as leis derivadas da sociabilidade no Estado civil se assentavam nas convenções sociais, e não em valores transcendentes. Seu autor considerava a paz social a principal meta do direito natural, o que representou mudança radical na interpretação do Estado, da ética e das instituições políticas. Clique na capa do livro para ver a sinopse e leia aqui o texto de apresentação.

História como história da liberdade, de Benedetto Croce, "é talvez o mais belo entre muitos livros belos do grande filósofo, historiador e crítico", na opinião de Otto Maria Carpeaux. Nele, o pensador italiano destaca que existe identificação lógica entre história e filosofia. Sendo uma síntese entre idéia e ação, a história representa a continuidade entre passado, presente e futuro; ou seja, é a encarnação do progresso e, como tal, é história da liberdade. Clique na capa para ver a sinopse e leia aqui o texto de apresentação.


Saiba mais sobre a LIBERTY CLASSICS, uma parceria do Liberty Fund, de Indianápolis, Estados Unidos, com a carioca TOPBOOKS.

Conheça melhor o programa de co-edições

Leia aqui reportagem de O Globo sobre a coleção

Veja quais são os títulos já disponíveis

Leia o discurso de lançamento da Coleção.

 OUTROS LANÇAMENTOS RECENTES (clique nas capas para saber mais)

Diplomata e historiador, Patrick Howlett-Martin, profundo conhecedor da América Latina, faz aqui uma análise clara e inteligente da riqueza cultural e dos problemas socioeconômicos do Nordeste, onde vive um terço da população brasileira.

O Brasil do Nordeste - Riquezas culturais e disparidades sociais
ISBN: 978-85-7475-179-5; 437 pgs.; R$51,90



Os americanos Douglas B. Rasmussen e Douglas J. Den Uyl oferecem nesta obra uma nova base conceitual ao liberalismo político que toma a liberdade protetora, entendida em termos de direitos negativos individuais, como o alvo principal da ordem jurídico-política.

Normas da liberdade
ISBN: 978-85-7475-200-6; 597 pgs.; R$64,90



José Carlos Mello dedicou 20 anos à pesquisa e produção deste belo livro, que segue a trajetória de Vargas (e do Brasil) do início da década de 30 até o suicídio do presidente, trazendo à luz alguns fatos inéditos.

Os tempos de Getulio Vargas
ISBN: 978-85-7475-195-5; 596 pgs.; R$64,90




Raul Lody, "gilbertólogo" de prestígio nos meios acadêmicos, faz aqui nova e saborosa incursão ao universo do Mestre de Apipucos, que ressurge inteiro neste ensaio: do bolo de rolo com conhaque de pitanga à devoção a Santo Antônio.

Caminhos do açúcar – Ecologia, gastronomia, moda, religiosidade e roteiros turísticos a partir de Gilberto Freyre
ISBN: 978-85-7475-194-8; 305 pgs.; R$45,90



Os riscos, as agruras e os desafios de gerenciar uma emissora de televisão em meio a uma ditadura militar, junto com pessoas tão diferentes: estas são as memórias de Joe Wallach, o amigo americano dos brasileiros que criaram a Globo.

Meu capítulo na TV Globo
ISBN: 978-85-7475-192-4; 231 pgs.; R$49,00

NOTÍCIAS

Colunista de O Estado de S. Paulo há mais de 20 anos, Gaudêncio Torquato reúne em livro seus artigos mais importantes sobre temas como o arrefecimento das lutas ideológicas, a pasteurização dos partidos políticos e o ativismo das ONGs. Clique na capa do livro para mais informações.

Era uma vez... mil vezes – O Brasil de todos os vícios
ISBN: 978-85-7475-206-8; 397 pgs.; R$49,90

Veja a noite de autógrafos na Livraria Cultura, em São Paulo, no dia 28 de junho, clicando aqui.

Veja também matéria do Jornal da Gazeta, clicando aqui.



Em 2008, para encerrar em grande estilo o Ano da França no Brasil, lançamos a Correspondência de Arthur Rimbaud, terceiro e último volume do projeto de edição da obra completa do poeta de Charleville, com tradução, notas e comentários de Ivo Barroso e 28 ilustrações.

Leia mais sobre o assunto clicando aqui.


Único Nobel de Literatura a escrever em iídiche, Isaac Bashevis Singer aproveitou a entrega do prêmio, em 10 de dezembro de 1978, para explicar, com humor, por que fazia livros numa língua pouco falada. "Antes de tudo", disse, "gosto de escrever histórias de fantasmas, e não há nada mais adequado a um fantasma do que uma língua moribunda. Quanto mais morta for uma língua, mais vivo fica o fantasma. (...). Fora isso, não só acredito em fantasmas como também em ressurreição. Estou certo de que milhões de defuntos que falavam iídiche irão, um dia, se levantar das tumbas, e sua primeira pergunta será: Saiu algum livro novo em iídiche? Para eles, essa nunca será uma língua morta. (...) Por fim, há uma razão menor para que eu continue escrevendo em iídiche: pode ser uma língua moribunda, mas é a única que domino. É a minha língua materna, e uma mãe nunca está realmente morta".



S
alão de visitas do governo do estado do Rio de Janeiro, onde acontece a maioria das cerimônias oficiais, o quase centenário Palácio das Laranjeiras conserva o esplendor do tempo dos primeiros proprietários, Branca e Eduardo Guinle. Por se tratar de bem tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), seu acervo está minuciosamente catalogado, e os funcionários responsáveis pela manutenção têm consciência do tesouro a ser preservado. Além de examinar a arquitetura, o mobiliário e as obras de arte, num passeio atento por seus salões, corredores, escadarias e jardins, o livro — com capa e projeto gráfico de Miriam Lerner — também narra episódios da história política e social do Brasil que tiveram como cenário a mansão em estilo eclético, hoje importante monumento da cidade. Com textos de Beatriz Coelho Silva e Christine Ajuz, esta edição primorosa traz 175 belíssimas fotos de Pedro Oswaldo Cruz e 30 de outros fotógrafos. Clique na capa do livro para saber mais.


No dia 2 de abril de 2009, a Academia Brasileira de Letras elegeu por unanimidade, como melhor livro do ano de 2008, José Olympio – O editor e sua Casa, escrito por José Mario Pereira e publicado pela Sextante, editora pertencente à família de José Olympio Pereira Filho (clique na capa do livro para ver o que saiu na imprensa).

No parecer, a Comissão Julgadora, composta por Domício Proença Filho (relator), Eduardo Portella, Tarcísio Padilha, Hélio Jaguaribe e João de Scantimburgo, destacou que "o autor é também editor, como o seu biografado. (...) E conhece fundamente a matéria que trabalha. Seus textos deixam claro o alto nível de sua formação e das leituras com que a sedimenta. (...) A outorga do prêmio traduzirá o reconhecimento à sua dedicação ao livro, à divulgação da literatura e à causa da Cultura no Brasil" (leia a íntegra do parecer). Na carta em que comunicou o prêmio ao vencedor, o presidente da ABL, Cícero Sandroni, informou que a decisão foi unânime (veja a carta da ABL).

Curiosamente, 10 anos antes o crítico literário Wilson Martins, em sua coluna então publicada no caderno Prosa & Verso, de O Globo, comparava o dono da Topbooks a José Olympio (na foto ao lado). Ele iniciou o texto dizendo que "os grandes editores distinguem-se das editoras puramente comerciais por exercerem uma missão civilizadora"; e depois de separar (ou mesmo opor) "o editor propriamente dito (o que sabe avaliar a qualidade, e não apenas a vendabilidade do que publica)" das "empresas que se dedicam à fabricação de livros", prosseguiu: "Se Lobato foi o editor dos anos 20 e José Olympio o dos anos 30 (cuja "Casa" sobreviveu ao seu momento de glória), os anos 60 seriam de Ênio Silveira e seu irreprimível tropismo político (...). Nos anos 90, José Mario Pereira restabeleceu a tradição editorial no sentido nobre da palavra. Não veio para suceder aos nomes do passado, mas para substituí-los" (leia o artigo inteiro).

O prêmio foi entregue no dia 25 de junho de 2009, numa bela cerimônia em que a ABL também festejou os 170 anos de nascimento de Machado de Assis. Clique aqui para ler os discursos.

 SUGESTÕES

CARPEAUX - A erudição do nosso melhor crítico literário

Em 2011 em que a editora completou 21 anos de fundação, comemoramos a volta ao mercado dos ensaios reunidos de Otto Maria Carpeaux, em dois volumes: o primeiro, lançado pela Topbooks em 1999, traz seis livros dele, editados originalmente entre 1942 e 1960, e o segundo, de 2005, reúne artigos esparsos feitos para jornais e revistas. Austríaco de nascimento e brasileiro por opção, o jornalista, ensaísta e crítico literário Otto Karpfen, seu nome de batismo, foi uma unanimidade entre seus pares. Franklin de Oliveira o considerava "uma enciclopédia viva". Para Carlos Heitor Cony, tratava-se de "um verdadeiro scholar, um espírito superior que armazenou amplos conhecimentos em vários setores da cultura ocidental e soube transmiti-los em notável coleção de ensaios, artigos e estudos". Segundo Alfredo Bosi, "Carpeaux foi o nosso primeiro leitor dialético", e na opinião de Antonio Candido ele "era desses casos raros de capacidade universal, pois lia e aprendia muitas vezes mais do que os outros". Você pode entender melhor quem foi Carpeaux lendo os textos de apresentação do VOLUME I e as muitas resenhas sobre o VOLUME II publicadas nos órgãos de imprensa do país: basta clicar nas capas dos livros. E mais: comprando pelo site, você tem 20 por cento de desconto.



Ensaios Reunidos, 1942-1978 /
Volume I: De A cinza do purgatório a Livros na mesa



Ensaios Reunidos, 1946-1971 / Volume I
.


A Topbooks lançou recentemente uma edição revista de A lanterna na popa, premiado livro de memórias do ministro, economista, deputado federal e embaixador Roberto Campos (1917-2001). Imperdível.

A lanterna na popa
ISBN: 85.7475-037-9/85-7475-038-7;
2 volumes; 1.460 pgs; R$ 139,00



Este livro é a história completa da crise que sacudiu o país contada por quem a desencadeou – Roberto Jefferson, o denunciante do esquema do Mensalão – o que já bastaria para transformá-lo em documento histórico e jornalístico da maior importância.

Nervos de aço / Um retrato da política e dos políticos no Brasil
ISBN: 85-7475-127-8; 375 pgs.; R$41,90



Sem medo de ser chamado de fascista, machista ou homófobo, o publicitário Simão Pessoa navega na contramão do politicamente correto e faz um livro hilariante.

Manual do canalha – Uma estética machista para o terceiro milênio
ISBN: 978-85-7475-173-3; 234 pgs.; R$39,00


 PROMOÇÃO

O site da TOPBOOKS está oferecendo 20% de desconto no preço de capa em todos os títulos do catálogo. APROVEITE!

 CARTÃO DE CRÉDITO

Se você prefere pagar com cartão de crédito, por favor faça sua compra no site da Livraria Cultura: www.livrariacultura.com.br.

 MENSAGEM DO EDITOR


"Fazer um livro não significa mérito nenhum se este livro não melhora as pessoas", disse o poeta inglês Samuel T. Coleridge, e tal lema vem norteando o trabalho da editora TOPBOOKS desde 1990.



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