SAINDO AGORA DO FORNO (clique nas capas para saber mais)

Pianista de prestígio internacional, a carioca Gilda Oswaldo Cruz lança o primeiro romance: a saga de uma grande família do Rio de Janeiro em que o herói é um cientista importante do período entre guerras.

Na sombra do herói
ISBN: 978-85-7475-178-8; 450 pgs.; R$46,00



Eduardo Junqueira estreia na ficção com 25 contos que transitam do mais cru realismo à fantasia e ao sonho, tecendo com talento e verdade sua própria trama narrativa sem negar a tradição literária brasileira.

Frente fria e outras estórias
ISBN: 978-85-7475-180-1; 202 pgs.; R$32,90


 NOTÍCIAS POÉTICAS

Para encerrar em grande estilo o Ano da França no Brasil, chega às livrarias a Correspondência de Arthur Rimbaud, terceiro e último volume do projeto de edição da obra completa do poeta de Charleville, com tradução, notas e comentários de Ivo Barroso e 28 ilustrações.

Em 2004, a TOPBOOKS lançou uma edição comemorativa da Poesia completa para festejar os 150 anos de nascimento do autor; e a Prosa poética deu a Ivo Barroso o Prêmio Jabuti de tradução. Para saber detalhes técnicos sobre os três volumes, clique nas capas dos livros.

E leia mais sobre o assunto aqui.

   
HISTÓRIAS PARA CRIANÇAS, DE ISAAC BASHEVIS SINGER

OS MAIS BELOS CONTOS INFANTIS... PARA TODAS AS IDADES 

Único Nobel de Literatura a escrever em iídiche, Isaac Bashevis Singer aproveitou a entrega do prêmio, em 10 de dezembro de 1978, para explicar, com humor, por que fazia livros numa língua pouco falada. "Antes de tudo", disse, "gosto de escrever histórias de fantasmas, e não há nada mais adequado a um fantasma do que uma língua moribunda. Quanto mais morta for uma língua, mais vivo fica o fantasma. (...). Fora isso, não só acredito em fantasmas como também em ressurreição. Estou certo de que milhões de defuntos que falavam iídiche irão, um dia, se levantar das tumbas, e sua primeira pergunta será: Saiu algum livro novo em iídiche? Para eles, essa nunca será uma língua morta. (...) Por fim, há uma razão menor para que eu continue escrevendo em iídiche: pode ser uma língua moribunda, mas é a única que domino. É a minha língua materna, e uma mãe nunca está realmente morta".

   

No banquete de gala do Prêmio Nobel em Estocolmo, Suécia, Singer terminou seu breve discurso afirmando haver 500 razões para que ele decidisse escrever também para crianças, e enumerou as 10 mais importantes: "Número 1 – Crianças leem livros, e não resenhas. Elas não dão a menor bola para os críticos. 2 – Crianças não leem para encontrar sua identidade. 3 – Elas não leem para se sentir livres de culpa, para aplacar sua sede de revolta, ou para fugir da alienação. 4 – Elas não veem utilidade na psicologia. 5 – Elas detestam sociologia. 6 – Elas não tentam entender Kafka ou o Finnegans Wake. 7 – Elas continuam acreditando em Deus, na família, anjos, demônios, bruxas, duendes, clareza, lógica, pontuação, e outras coisas obsoletas como essas. 8 – Elas amam histórias interessantes, e desprezam comentários, explicações e notas de rodapé. 9 – Quando um livro é chato, elas bocejam descaradamente, sem qualquer vergonha ou medo de autoridade. 10 – Elas não esperam que seu amado escritor redima a humanidade. Embora muito novas, as crianças sabem que ele não tem esse poder. Só os adultos alimentam ilusões tão infantis". Leia aqui algumas frases sobre a obra do autor, e clique na capa do livro para saber mais.


LIVRO DE ARTE — TODO O ESPLENDOR DO PALÁCIO DAS LARANJEIRAS


S
alão de visitas do governo do estado do Rio de Janeiro, onde acontece a maioria das cerimônias oficiais, o quase centenário Palácio das Laranjeiras conserva o esplendor do tempo dos primeiros proprietários, Branca e Eduardo Guinle. Por se tratar de bem tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), seu acervo está minuciosamente catalogado, e os funcionários responsáveis pela manutenção têm consciência do tesouro a ser preservado. Além de examinar a arquitetura, o mobiliário e as obras de arte, num passeio atento por seus salões, corredores, escadarias e jardins, o livro — com capa e projeto gráfico de Miriam Lerner —também narra episódios da história política e social do Brasil que tiveram como cenário a mansão em estilo eclético, hoje importante monumento da cidade. Com textos de Beatriz Coelho Silva e Christine Ajuz, esta edição primorosa traz 175 belíssimas fotos de Pedro Oswaldo Cruz e 30 de outros fotógrafos. Clique na capa do livro para saber mais.

 ÚLTIMOS LANÇAMENTOS DE 2009

Diplomata de carreira, Tarcísio Costa, hoje servindo em Roma, escreve sobre a política exterior da Espanha nos últimos 50 anos e a sua relação com o Brasil.

As duas Espanhas e o Brasil
ISBN: 978-85-7475-174-0; 400 pgs.; R$44,90



No sexto livro de poesia, o pernambucano Weydson Barros Leal, também dramaturgo e crítico de arte, reflete sobre alguns dos mais importantes dogmas da cristandade.

A quarta cruz
ISBN: 978-85-7475-176-4; 83 pgs.; R$23,90



O papel do educador e os principais temas da educação e da pedagogia são dissecados, com inteligência e conhecimento de causa, pelo advogado e empresário Joaci Góes.

A força da vocação no desenvolvimento das pessoas e dos povos
ISBN: 978-85-7475-172-6; 295 pgs.; R$39,00



Os 55 anos de poesia do carioca Izacyl Guimarães Ferreira são festejados com esta obra, que traz os melhores poemas de seus 16 livros publicados (e premiados) entre 1953 e 2008.

Antologia poética
ISBN: 978-85-7475-177-1; 258 pgs.; R$34,90



Premiado como poeta em 2007 pela Academia Brasileira de Letras, o cearense Adriano Espínola reúne aqui 18 contos e poemas em prosa onde sonho e realidade se misturam.

Malindrânia
ISBN: 978-85-7475-175-1; 81 pgs.; R$22,90



Sem medo de ser chamado de fascista, machista ou homófobo, o publicitário Simão Pessoa navega na contramão do politicamente correto e faz um livro hilariante.

Manual do canalha – Uma estética machista para o terceiro milênio
ISBN: 978-85-7475-173-3; 234 pgs.; R$39,00



Autor de ensaios nas áreas política, social e econômica, o empresário Jaime Rotstein mostra sua produção como ficcionista, com escritos que guardava desde a década de 40.

O alvo móvel
ISBN: 978-85-7475-171-9; 117 pgs.; R$24,90



Com argumento extremamente simples, o mineiro Pedro Maciel revela neste romance uma história ancestral e ao mesmo tempo contemporânea, na qual explora a técnica polifônica, apresentando variadas vozes e ecos de outros tempos e origens.

Como deixei de ser Deus
ISBN: 978-85-7475-170-2; 150 pgs.; R$29,00


 A VIDA LITERÁRIA BRASILEIRA PERDE UM GRANDE EXPOENTE

Autor de obras como História da inteligência brasileira, A crítica literária no Brasil e A palavra escrita, o escritor paulista Wilson Martins morreu aos 88 anos, no dia 30 de janeiro, em Curitiba, onde estava radicado há sete décadas. Além de professor acadêmico, Wilson Martins foi crítico literário em jornais como O Estado de S. Paulo, Gazeta do Povo (Curitiba), O Globo e Jornal do Brasil. Para o escritor Miguel Sanches Neto, “ele foi o maior e mais importante crítico literário do Brasil, de todos os tempos”. A frase se justifica diante da evidência: Martins publica textos críticos em jornal há 70 anos. Ele escreveu para a Gazeta do Povo nas décadas de 1940 e 1950, mas passou a publicar sistematicamente textos críticos no jornal desde que retornou dos Estados Unidos, na década de 1990, quando se aposentou, aos 70 anos, por limite de idade, na Universidade de Nova York. Seu último texto, “Tempo de Compilações”, saiu no dia 24 de outubro de 2009, no Caderno G.

Wilson Martins nasceu a 3 de março de 1921, em São Paulo, mas em 1930 a família migrou para Curitiba, onde seu primeiro emprego foi como revisor na Gazeta do Povo. Segundo contou, passava seu tempo livre lendo na Biblioteca Pública do Paraná, e chegou a pensar ter lido todos os livros do acervo. Foi locutor da (extinta) rádio PRB2 e chefiou o Diário dos Campos, jornal de Ponta Grossa. Bacharelou-se em Direito pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Seu primeiro livro, Interpretações, saiu em 1946 com o selo da José Olympio, na época a mais importante editora do Brasil, e em 1947-48 foi ampliar os horizontes em Paris, com bolsa do governo francês. Seus textos fazem um mapeamento não apenas da literatura, mas da cultura brasileira durante o século 20. Com sua morte, assinala-se o fim de uma época: a dos intelectuais que pensavam o mundo de maneira ampla, complexa e não generalista como hoje.

Além de reeditar Imagens da França (Livros, homens e coisas), de 1952, livro onde ele registrou as impressões de sua temporada em Paris, a Topbooks vai dar continuidade ao projeto Ano Literário, que reúne em livro seus textos críticos publicados em jornal. O Ano Literário já teve dois volumes publicados pela Topbooks, com os artigos de 2000 até 2003. [Extraído de reportagem de Marcio Renato dos Santos na Gazeta do Povo, em 01.02.2010]. Leia mais.


Para ABL, livro escrito pelo editor da Topbooks é o melhor de 2008
 


No último dia 2 de abril, a Academia Brasileira de Letras elegeu por unanimidade, como melhor livro do ano de 2008, José Olympio – O editor e sua Casa, escrito por José Mario Pereira e publicado pela Sextante, editora pertencente à família de José Olympio Pereira Filho (clique na capa do livro para ver o que saiu na imprensa).

No parecer, a Comissão Julgadora, composta por Domício Proença Filho (relator), Eduardo Portella, Tarcísio Padilha, Hélio Jaguaribe e João de Scantimburgo, destacou que "o autor é também editor, como o seu biografado. (...) E conhece fundamente a matéria que trabalha. Seus textos deixam claro o alto nível de sua formação e das leituras com que a sedimenta. (...) A outorga do prêmio traduzirá o reconhecimento à sua dedicação ao livro, à divulgação da literatura e à causa da Cultura no Brasil" (leia a íntegra do parecer). Na carta em que comunicou o prêmio ao vencedor, o presidente da ABL, Cícero Sandroni, informou que a decisão foi unânime (veja a carta da ABL).

Curiosamente, há exatos 10 anos o crítico literário Wilson Martins, em sua coluna então publicada no caderno Prosa & Verso, de O Globo, comparava o dono da Topbooks a José Olympio (na foto ao lado). Ele iniciou o texto dizendo que "os grandes editores distinguem-se das editoras puramente comerciais por exercerem uma missão civilizadora"; e depois de separar (ou mesmo opor) "o editor propriamente dito (o que sabe avaliar a qualidade, e não apenas a vendabilidade do que publica)" das "empresas que se dedicam à fabricação de livros", prosseguiu: "Se Lobato foi o editor dos anos 20 e José Olympio o dos anos 30 (cuja "Casa" sobreviveu ao seu momento de glória), os anos 60 seriam de Ênio Silveira e seu irreprimível tropismo político (...). Nos anos 90, José Mario Pereira restabeleceu a tradição editorial no sentido nobre da palavra. Não veio para suceder aos nomes do passado, mas para substituí-los" (leia o artigo inteiro).

O prêmio foi entregue no dia 25 de junho de 2009, numa bela cerimônia em que a ABL também festejou os 170 anos de nascimento de Machado de Assis. Clique aqui para ler os discursos.

O editorialista e crítico Luiz Paulo Horta, membro da Academia Brasileira de Letras, fala de música, política, fé e literatura, entre outros temas importantes e atuais. Bach, por exemplo, está na crônica que dá nome ao livro.

À procura de um cânone [Crônicas escolhidas]
ISBN: 978-85-7475-161-0; 284 pgs.; R$36,99


 

Leila Míccolis, poeta, roteirista e dramaturga, escolheu como tese um poema do alagoano Lêdo Ivo, um dos mais relevantes autores de sua geração, e provou que é também ótima ensaísta.


Passagem de Calabar / Uma análise do poema dramático de Lêdo Ivo
ISBN: 978-85-7475-158-0; 189 pgs.; R$29,00. Editado em convênio com a ABL


 


O escritor, ensaísta, pesquisador, professor e editor paulista Rodrigo Petronio lança agora em livro as belas poesias com que arrebatou o Prêmio Academia de Letras da Bahia/Braskem 2007.


Venho de um país selvagem

ISBN: 978-85-7475-168-9; 102 pgs.; R$23,00. Editado em convênio com a Braskem


 

Os historiadores José Murilo de Carvalho, brasileiro, e Leslie Bethell, inglês, organizam edição bilíngüe de 110 cartas trocadas, durante 25 anos, entre Joaquim Nabuco e militantes britânicos da causa abolicionista.

Joaquim Nabuco e os abolicionistas britânicos (Correspondência 1880-1905)
ISBN: 978-85-7475-167-2; 454 pgs.; R$49,00. Editado em convênio com a ABL


Com o livro Conferências sobre retórica e belas-letras, do filósofo e economista escocês Adam Smith, a Coleção Liberty Classics, fruto da parceria entre o Liberty Fund, de Indianápolis, EUA, e a carioca Topbooks, completa 15 títulos editados, de um total de 20. Os outros cinco serão publicados em 2010. Clique na capa ao lado para ver a sinopse e leia aqui o texto de apresentação.


A história das origens do governo representativo na Europa reúne 51 palestras feitas pelo político, filósofo e historiador François Guizot na Sorbonne, em Paris, entre 1820 e 1822, e publicadas em francês três décadas mais tarde. Ao refletir sobre as origens do governo representativo, Guizot introduziu um novo vocabulário e um método investigativo que formaram uma filosofia política original. Clique na capa ao lado para ver a sinopse e leia aqui o texto de apresentação.

A crise do século XVII – Religião, a Reforma e mudança social, do americano Hugh Trevor-Roper, reúne ensaios sobre a história européia, sobretudo entre o fim do Renascimento, datado de 1620, e o surgimento do Iluminismo, em torno de 1660, uma época de caça às bruxas. A crítica especializada aplaudiu este lançamento, como se pode constatar nas resenhas publicadas na imprensa. . Clique na capa ao lado para ver a sinopse e leia aqui o texto de apresentação.


Princípios de política aplicáveis a todos os governos, de Benjamin Constant, é uma exposição lúcida dos valores associados à defesa da liberdade, em oposição ao despotismo. Este é o quarto dos 10 títulos que compõem a segunda etapa do programa de co-edições, iniciado em 2003; da primeira fase, foram lançados oito títulos, e outros dois estão em final de produção, para lançamento em 2008. Clique na capa ao lado para ver a sinopse e leia aqui o texto de apresentação.

Os deveres do homem e do cidadão de acordo com as leis do direito natural, de Samuel Pufendorf, foi um dos primeiros textos a sugerir que as leis derivadas da sociabilidade no Estado civil se assentavam nas convenções sociais, e não em valores transcendentes. Seu autor considerava a paz social a principal meta do direito natural, o que representou mudança radical na interpretação do Estado, da ética e das instituições políticas. Clique na capa do livro para ver a sinopse e leia aqui o texto de apresentação.

História como história da liberdade, de Benedetto Croce, "é talvez o mais belo entre muitos livros belos do grande filósofo, historiador e crítico", na opinião de Otto Maria Carpeaux. Nele, o pensador italiano destaca que existe identificação lógica entre história e filosofia. Sendo uma síntese entre idéia e ação, a história representa a continuidade entre passado, presente e futuro; ou seja, é a encarnação do progresso e, como tal, é história da liberdade. Clique na capa para ver a sinopse e leia aqui o texto de apresentação.


Saiba mais sobre a LIBERTY CLASSICS, uma parceria do Liberty Fund, de Indianápolis, Estados Unidos, com a carioca TOPBOOKS.

Conheça melhor o programa de co-edições

Leia aqui reportagem de O Globo sobre a coleção

Veja quais são os títulos já disponíveis

Leia o discurso de lançamento da Coleção.

POESIA GANHA PRÊMIO
Em julho de 2007, Adriano Espínola recebeu o Prêmio de Poesia 2007 da Academia Brasileira de Letras, confirmando a avaliação da crítica especializada, que o aponta como "o poeta da cidade e sua vertigem". Em seu parecer, a Comissão Julgadora da ABL diz que "Praia provisória ratifica o elevado grau de qualidade e consistência da poesia de Adriano Espínola, cuja obra vem obtendo o reconhecimento dos mais categorizados críticos literários do país.


O poeta se notabiliza pelo domínio consolidado da técnica do verso, que lhe permite circular à vontade das formas livres às fixas, com igual rendimento estético. A isso se alia um fecundo diálogo intertextual com vozes proeminentes da lírica brasileira e universal, sem que tal prática impeça o autor de manifestar um timbre próprio.

Escritor continuamente “em trânsito”, conforme o título de uma de suas coletâneas, estabelece pontes entre o registro popular e o erudito, entre a sintaxe ora distensa, ora elíptica, entre o tom grave e as guerrilhas do humor. Adriano Espínola, em Praia provisória, intensifica suas reflexões sobre as armadilhas da temporalidade, por meio de uma poesia simultaneamente comunicativa e formalmente rigorosa".


POESIA PERDE TOLENTINO
Um dos poetas de maior expressão do país, Bruno Tolentino, de quem a Topbooks publicou dois belos livros, morreu no dia 27 de junho. A balada do cárcere, que retrata a passagem do autor pela prisão na Inglaterra, ganhou o Prêmio Cruz e Sousa de Poesia em 1996 e o Prêmio Abgar Renault em 1997. Sobre ele escreveu Ferreira Gullar: “Lúcido, irreverente, ironicamente comovido, Bruno Tolentino, lidando com o lido e o vivido, nos entrega neste livro uma poesia inteligente e madura”.

Já de Anulação & outros reparos – seu primeiro livro, lançado nos anos 60 com prefácio de José Guilherme Merquior – a editora publicou em 1998 uma segunda edição, em que o autor fez sua versão definitiva, incluindo outros poemas, entre eles um escrito sob o impacto da morte da atriz Anecy Rocha, muito comovente.

Saiba mais sobre estes dois títulos clicando nas capinhas abaixo.

A balada do cárcere
Registro: TOP-067; 130 pgs.;
R$ 20,00

Anulação & outros reparos
ISBN: 85.86020-58-3; 298 pgs.; R$ 30,00


MELHOR ENSAIO LITERÁRIO
N
o ano do cinqüentenário de duas de suas obras mais importantes, Guimarães Rosa ganhou nova luz em livro de Kathrin Rosenfield, que acaba de receber, da Fundação Biblioteca Nacional, o Prêmio Mario de Andrade de Ensaio Literário.

Desenveredando Rosa - A obra de J. G. Rosa e outros estudos rosianos
ISBN: 85-7475-116-2; 393 pgs.; R$ 43,00

Christine Ajuz editou o Caderno de TV do Jornal do Brasil, foi editora de cultura da sucursal-Rio da revista IstoÉ e do departamento de jornalismo da TV Educativa, e assinou durante 10 anos a Coluna da Christine na imprensa carioca. Editora-assistente da Topbooks, continua escrevendo sobre arte e cultura.

O site da TOPBOOKS está oferecendo 20% de desconto no preço de capa em todos os títulos do catálogo. APROVEITE!

Se você prefere pagar com cartão de crédito, por favor faça sua compra no site da Livraria Cultura: www.livrariacultura.com.br.


"Fazer um livro não significa mérito nenhum se este livro não melhora as pessoas", disse o poeta inglês Samuel T. Coleridge, e tal lema vem norteando o trabalho da editora TOPBOOKS desde 1990.

Além de um catálogo de qualidade, reflexo de nosso empenho em recuperar livros importantes há longo tempo fora do mercado, e em editar sempre bons textos de literatura, história, ensaio e poesia, os leitores encontrarão muitas notícias interessantes no site da TOPBOOKS, que completa 20 anos em 2010.

Se você já notou que não pode ganhar a discussão, então tumultue e confunda. Em outras palavras: se não tem argumentos para convencer seu interlocutor, faça com que ele se perca em seus próprios argumentos. Desvie o foco da discussão, mude de assunto - de preferência para um tema no qual você tem mais segurança - e leve-o a concordar com você.


Ou, simplesmente, encaminhe o debate para um beco sem saída. Os dois vão sair perdendo, mas isso é uma vantagem pra quem ia perder de qualquer jeito. Estes macetes estão entre os 38 "estratagemas" analisados pelo filósofo alemão Arthur Schopenhauer (1788-1860) em Como vencer um debate sem precisar ter razão, lançado pela TOPBOOKS em 1997 e até hoje entre os mais vendidos. Livrinho perturbador em que Schopenhauer desmascara os esquemas da argumentação maliciosa e falsa, está mais atual do que nunca nestes tempos de CPIs que sacodem a República.

Clique na capa do livro para ver a sinopse e leia aqui alguns dos muitos comentários e notas que circulam na Internet desde sua primeira edição.


O austríaco Otto Maria Carpeaux, crítico literário que falava várias línguas e discorria com agudeza também sobre música, teatro, cinema, filosofia, política e muitos outros temas, foi um dos maiores intelectuais do século XX, e enriqueceu culturalmente o Brasil quando aqui chegou, fugindo do nazismo. A Topbooks e a Editora da UniverCidade se uniram para entregar aos leitores este Ensaios Reunidos, 1946-1971 / Volume II, segunda parte do projeto de edição da Obra Completa de Carpeaux que veio a lume nas celebrações do 105º aniversário do mestre europeu.


Além de três eruditos prefácios, o livro traz 205 artigos escritos entre 1946 e 1969 para vários jornais – especialmente Jornal do Commercio, O Jornal, A Manhã e O Estado de S. Paulo – que nunca foram recolhidos em livro, e se encontravam perdidos nas velhas coleções de bibliotecas como a da Fundação Casa de Ruy Barbosa, a Academia Brasileira de Letras e a Biblioteca Nacional. Clique na capinha para saber mais sobre este ambicioso projeto.


Nervos de aço – Um retrato da política e dos políticos no Brasil é a história completa da crise política que sacudiu o país contada por quem a desencadeou, o que já bastaria para transformá-lo em documento histórico e jornalístico da maior importância. Mas o livro – que acaba de ganhar uma nova edição – vai mais longe: nele, Roberto Jefferson, deputado federal pelo PTB por 23 anos, e hoje presidente do partido, faz uma leitura profunda e esclarecedora dos mecanismos de corrupção que mancharam nossa história recente, ajudando a explicar essa terrível crise que parece ainda estar longe de terminar.


Clique na capa do livro para ver a sinopse e saber como comprar

Leia aqui os textos de abertura e quarta-capa, e outras opiniões sobre a crise

Veja alguns trechos do que já saiu na imprensa


Completaria 90 anos, em 2007, o ministro, economista e embaixador Roberto Campos, de quem a Topbooks lançou recentemente uma edição revista de A lanterna na popa. Saiba mais sobre o autor e seu premiado livro de memórias clicando aqui.

A lanterna na popa
Roberto Campos
ISBN: 85.7475-037-9/85-7475-038-7;
2 volumes; 1.460 pgs; R$ 139,00



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