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10 mandamentos - do país que somos para o Brasil que queremos

Luiz Felipe d'Ávila

— Este livro pertence a uma linha de especulação intelectual infelizmente pouco explorada no país, a chamada “Teoria das Elites”. Na primeira parte, intitulada “O atoleiro do presente”, o autor diagnostica em seis ensaios a melancolia do brasileiro; na segunda, “As narrativas do passado”, põe em diálogo visões contrastantes do Brasil, como, por exemplo, Sergio Buarque de Holanda e Gilberto Freyre, Oliveira Vianna e Caio Prado Jr; e na terceira e última, “10 mandamentos para construir o Brasil do futuro”, ele explica o seu decálogo, “que merece ser gravado na pedra”, segundo o jornalista Reinaldo Azevedo, autor do texto de apresentação. Com vários livros publicados, Luiz Felipe é formado em ciências políticas pela Universidade Americana em Paris e mestre em administração pública pela Harvard Kennedy School. Preside o Centro de Liderança Pública, ONG dedicada ao desenvolvimento e à formação de líderes empenhados em melhorar a qualidade e a eficácia da gestão pública.

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A alma do tempo

Afonso Arinos de Melo Franco

— Este volume reúne cinco livros de memórias: A alma do tempo – Formação e mocidade (1961), A escalada (1965), Planalto (1968), Alto-mar Maralto (1976) e Diário de bolso (1979). Aqui encontramos, além de passagens admiráveis sobre a história de Minas Gerais, as impressões do autor de suas temporadas em Paris, Roma e Suíça; o desempenho de seu pai como chanceler; perfis de escritores nacionais e estrangeiros com quem conviveu (Stefan Zweig e Bernanos, por exemplo); reflexões sobre a política externa independente que pôs em marcha à frente do Ministério das Relações Exteriores; relatos de seus diálogos com presidentes e diplomatas de relevância internacional, entre outras histórias curiosas. Deixou livros importantes, três publicados pela TopbooksO índio brasileiro e a Revolução Francesa (2000), Evolução da crise brasileira (2005) e Desenvolvimento da civilização material no Brasil (2005). Esta edição das memórias traz, em quatro cadernos, 85 fotos do acervo pessoal que mostram o autor em família, no Senado Federal, chefiando a delegação brasileira na ONU, como ministro das Relações Exteriores, tomando posse na ABL etc. Além do registro de sua convivência com políticos de vulto – Getúlio Vargas, Santiago Dantas, Tancredo Neves, Ulisses Guimarães – as fotos mostram o autor com amigos como Prudente de Morais Neto, Gilberto Freyre, José Lins do Rego, Sérgio Buarque, Bandeira, Drumond, Schmidt, Portinari e muitos outros.

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A América Latina - Males de origem

Manoel Bomfim

— Trata-se de uma das principais obras do historiador sergipano que, por tanto incomodar os conservadores, passou muitas décadas esquecido. Abrindo esta edição, Darcy Ribeiro analisa em seu ensaio o pioneirismo do autor na interpretação crítica da América Latina, e o prefácio de Franklin de Oliveira examina as razões do silêncio que o envolveu durante anos. Como destaca o crítico Antonio Candido, Manoel Bomfim prova que, na América Latina, o conservantismo, fruto do parasitismo, é o grande "mal de origem". Livro hoje reconhecido como clássico em nossa bibliografia sobre América Latina e Brasil, ganhou edição revista, com capa e diagramação novas, em comemoração ao Centenário de seu lançamento (1905).

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A casa no Brasil

Antonio Risério

— O antropólogo, historiador, poeta, produtor cultural e polemista Antonio Risério fez política estudantil em 1968, viajou nas ondas da contracultura, ajudou a criar a televisão educativa, as fundações Gregório de Mattos e Ondazul e o hospital Sarah Kubitschek, na Bahia, além do projeto para implantação do Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo. Autor de roteiros de cinema e TV, com várias músicas gravadas por astros da MPB e mais de 20 livros publicados – entre eles Carnaval Ijexá (1981), Caymmi: uma utopia de lugar (1993), Avant-garde na Bahia (1995) e A cidade no Brasil (2012) – agora Risério nos traz esse belíssimo e erudito estudo sobre a casa brasileira. Para o historiador Jorge Caldeira, que assina a apresentação da obra, aqui o autor baiano “cria muito mais que um ensaio, porque vai construindo, tijolo por tijolo, do Amazonas ao Rio Grande do Sul, do puteiro ao convento, do mato à favela, do cortiço ao palácio, dos milênios passados ao amanhã, a tessitura funda da vida brasileira – a vida em casa, a vida no que interessa”. Para Caetano Veloso, este livro é “uma exuberância de erudição e ousadias” (...) que “enriquece na mente de quem o lê a visão sobre o morar”.

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A democracia ameaçada: O MST, o teológico-político e a liberdade

Denis Lerrer Rosenfield

—As aparências enganam. Em nome da justiça social e da reforma agrária, há no Brasil todo um movimento de cunho nitidamente revolucionário que se nutre tanto de recursos públicos quanto da boa-fé da sociedade brasileira. Num determinado momento, os cidadãos desse país chegaram a acreditar que o MST e a CPT tinham como objetivo a melhor distribuição de renda no campo. Houve, mesmo, tolerância em relação ao que já se vislumbrava como um desrespeito à propriedade privada. No entanto, na medida em que esses 'movimentos' ditos sociais - que são, na verdade, organizações políticas ou teológico-políticas - começaram a revelar seus reais objetivos, esse apoio se esgarçou. O descontentamento expôs os verdadeiros termos da questão. 'A democracia ameaçada - O MST, o teológico-político e a liberdade', possui o raro mérito de ir contra as idéias estabelecidas, mostrando que não estamos somente diante de um engodo social, mas de uma organização perfeitamente estruturada, que tem como orientação o socialismo autoritário que permeou a experiência do século XX. Baseada numa leitura minuciosa de documentos e textos, esta obra analisa de que maneira as ideias emessistas e teológicas da CPT configuram todo um quadro que procura, na verdade, romper com a democracia.

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A força da vocação

Joaci Góes

— Advogado, empresário, articulista e conferencista, ex-Deputado Federal Constituinte e relator do Código de Defesa do Consumidor, Joaci Góes – de quem a Topbooks já editou Anatomia do ódio e A inveja nossa de cada dia – agora enfrenta e supera dois desafios: o do inventário rigoroso dos principais temas ligados à educação e às práticas pedagógicas e o da reflexão original sobre a missão do educador, dos pais, da escola e do poder público. Numa abordagem multidisciplinar, o autor analisa também casos concretos, como o modelo finlandês e a revolução educacional da Coreia do Sul, país que reconheceu a importância do ensino como agente promotor do desenvolvimento – exemplo estratégico a ser seguido se quisermos enfrentar os desafios impostos pela globalização e ingressar, definitivamente, na chamada Era da Informação. Este livro nos convence de que a educação é mesmo “o caminho mais curto entre a pobreza e a prosperidade, entre o atraso e o desenvolvimento”.

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A história vivida - entrevistas

Vários autores - coordenação: Lourenço Dantas Mota

—Esta é a segunda edição aumentada de um livro fundamental para se entender melhor o Brasil. São 57 entrevistas com 54 personalidades de destaque na história recente do país – políticos, sociólogos, economistas, militares, empresários, sindicalistas, cientistas, escritores, juristas, religiosos – feitas por 25 entrevistadores, e publicadas nas páginas de O Estado de S. Paulo entre 1977 e 1985. Lançada originalmente em três volumes entre 1981 e 1983, em pequena tiragem, a obra ressurge agora com mais seis importantes entrevistas, num total de quase 1.500 páginas. Entre os entrevistados estão: Prudente de Moraes, neto; Afonso Arinos de Melo Franco; Tancredo Neves; Prado Kelly; Miguel Reale; Caio Prado Júnior; Alzira Vargas do Amaral Peixoto; Miguel Arraes; Nelson Rodrigues; José Américo de Almeida; Tristão de Athayde; Gilberto Freyre; Barbosa Lima Sobrinho; Mário Schemberg; Mário Pedrosa; Eleazar de Carvalho; Octávio Gouvêa de Bulhões; Orlando Villas Boas; Vinícius de Moraes; Darcy Ribeiro; Oscar Niemeyer; Antônio Ermírio de Moraes; Cordeiro de Farias; Olavo Setúbal; Pontes de Miranda; Euryclides de Jesus Zerbini; Roberto Campos; Celso Furtado; Ivete Vargas; Idálio Sardenberg; Hélio Jaguaribe; D. Estêvão Bettencourt; Henrique Teixeira Lott; Jorge Amado; José Honório Rodrigues; Pedro Nava; Fernando Henrique Cardoso e Almino Afonso. Além do coordenador, participaram como entrevistadores Villas Bôas Corrêa, Ferreira Gullar, Marçal Versiani, Antônio Carbone, Oliveiros S. Ferreira, Hélio Damante, Brás José de Araújo, Antônio Carlos Pereira, Carlos Estevam Martins, Frederico Branco, Itaboraí Martins, Arcelina Helena, Ethevaldo Siqueira, Carlos Garcia, Raul Martins Bastos, Antônio Barreto Neto, Nilo Scalzo, Robert Appy, Ítalo Ramos, Lúcio Asfora, J. D. Vital, Luiz Fernando Perez, Luiz Carlos Lisboa e Feichas Martins. Clique na capa do livro para saber mais.

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A invenção republicana: Campos Sales, as bases da decadência da primeira república brasileira

Renato Lessa

—Esta terceira edição revista e ampliada, que sai 15 anos após a anterior, também publicada pela Topbooks, ganhou mais 100 páginas. Além de nova nota introdutória, o autor pôs em anexo dois textos: um sobre os sentidos de oligarquia, o outro com uma análise retórica das plataformas políticas de 1930. No prefácio, o jurista e acadêmico Celso Lafer, ex-ministro das Relações Exteriores, exalta a “abrangente e arguta elaboração de Renato Lessa, que deu, no seu livro, o devido alcance à invenção institucional de Campos Sales, valendo-se, ao mesmo tempo, do repertório teórico das categorias da Teoria Política, dos dados da História e da análise dos atores políticos do período, de seus interesses e de suas paixões”. Professor titular de Teoria Política na UFF e investigador associado do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, o autor é pesquisador do CNPq e integra a Ordem Nacional do Mérito Científico.

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A mesma coisa

Felipe Fortuna

— Poeta, ensaísta, tradutor e diplomata, de quem a Topbooks editou Estante (poemas) e Esta poesia e mais outra (crítica literária), Felipe Fortuna lança agora o seu quinto livro de poesia no qual apresenta três longos poemas. O primeiro, que dá título ao volume, é uma surpreendente meditação sobre as ações humanas: por que elas se repetem, se copiam, se multiplicam, se reproduzem, se plagiam, e assim por diante. O segundo poema trata do suicídio, bem como dos poetas que preferiram matar-se. Implicitamente, persiste a pergunta: de que nos salva a literatura? "Contra a Poesia" encerra o livro com a lembrança daqueles que, em algum momento, perderam a esperança na literatura – aí incluído o poeta engajado. Provocador e original, em diálogo franco com os temas da modernidade, A mesma coisa foi definido pelo crítico Luiz Costa Lima, no texto de apresentação, como "obra insubmissa".

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A viagem de Bediai, o selvagem – E o vôo das borboletas negras

Edilson Rodrigues Martins

— Como explica o autor na introdução, neste livro ele faz uma espécie de prestação de contas a seus amigos sertanistas: os irmãos Álvaro, Cláudio e Orlando Villas-Bôas, Possidônio Bastos, Zé Bel, Acrísio Lima, Aymoré, Gilberto Pinto e Apoena Meireles. É também uma homenagem a outros brasileiros que lutaram em defesa dos povos indígenas e da Amazônia, como Darcy Ribeiro e Chico Mendes, além do etnógrafo Sidney Possuelo e do bispo emérito de São Félix do Araguaia (MT), Dom Pedro Casaldáliga, ambos vivos. Edilson Martins se envolveu com eles quando começou a acompanhar como repórter, no final da década de 1960, a saga dos povos amazônicos mais primitivos ainda existentes. Este diário, alinhavado entre 1973 e 1975, é “a narrativa desses contatos, alguns inaugurais no choque entre civilização e barbárie”. Admirador da obra do autor, que tem outros sete livros publicados, Orlando Villas-Bôas afirmou que “Edilson Martins (...) tem tudo para produzir a mais desconcertante (...) reflexão sobre as violências contra a Amazônia e o genocídio contemporâneo de nossos índios. Essa dívida terá que ser paga, um dia, por todos nós”.

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Albuquerque e Nassau: Origens e perfis / Portugal, Espanha, Brasil, Alemanha, Países baixos

Roberto Chacon de Albuquerque

— Os Albuquerque participaram da Reconquista e da expansão ultramarina portuguesa, e os Nassau contribuíram para que os Países Baixos se tornassem independentes do Império espanhol. Essas duas linhagens familiares, pelas realezas e suas ramificações, compõem em grande parte as histórias de Portugal e dos Países Baixos. Como não faltaram, tanto aos Albuquerque quanto aos Nassau, grandes personagens históricos, na primeira parte deste livro, “Origens”, o autor adotou uma sequência paralela para expor a procedência dessas duas dinastias que se encontram da Europa ao Brasil. Já na segunda parte, “Perfis”, a um Albuquerque segue-se seu correspondente Nassau, e cada capítulo é dividido em três subcapítulos, que dizem respeito ao meio social, político e familiar no qual viveram. Ao invés de painéis biográficos, painéis históricos; interpretações do contexto no qual eles não só se inseriram, mas foram inseridos, com consequências que muitas vezes lhes escaparam. Roberto Chacon de Albuquerque é formado em Direito, com mestrado pela Universidade de Brasília e doutorado pela USP, e além de artigos em dezenas de revistas importantes publicou também, em 2014, A revolução holandesa.

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Anatomia do Ódio — na família, no trabalho, na sociedade

Joaci Góes

— Este livro é dedicado ao estudo do ódio e secundariamente da agressão, e de sua presença nos diferentes cenários da vida. Autor de A inveja nossa de cada dia (Topbooks, 2001), bacharel em Direito, ex-Deputado Federal Constituinte, relator do Código de Defesa do Consumidor, empresário, articulista e conferencista, Joaci Góes constrói aqui o mais completo ensaio publicado no Brasil sobre este sentimento que já no século XV era apontado como "arma do diabo", e hoje, mais do que nunca, vem afetando as relações humanas. Como diz Alexei Bueno na apresentação, "do ódio mais explícito ao mais silencioso, da violência íntima à francamente coletiva, este estudo oferece um panorama fascinante de um dos componentes mais sombrios e lamentavelmente esquecidos da consciência de todos nós".

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As 7 pragas do Brasil moderno

Joaci Góes

— Advogado, jornalista, empresário, articulista e conferencista, ex-deputado federal constituinte (1987-1989), relator do Código de Defesa do Consumidor e membro da Academia de Letras da Bahia, o autor de Anatomia do ódio, A inveja nossa de cada dia e A força da vocação no desenvolvimento das pessoas e dos povos, entre outros títulos, dedica-se agora a analisar em profundidade os mais graves problemas brasileiros, todos, segundo ele, derivados “de nosso deficiente e desigual sistema educacional”. Além da educação, neste ensaio brilhante Joaci Góes fala sobre saúde, segurança pública, corrupção, impunidade, infraestrutura e pluripartidarismo. Com prefácio do ministro aposentado do STF Carlos Ayres Britto e apresentação do jornalista, poeta e escritor José Nêumanne Pinto.

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"Clamar e agitar sempre" / Os radicais da década de 1860

José Murilo de Carvalho

—Experiência inédita entre nós de levar o debate político para um espaço público novo, além da tribuna parlamentar e da imprensa, as conferências radicais – pronunciadas em teatros da Corte, de São Paulo e do Recife – são o principal objeto deste ensaio. O que se pretende demonstrar é que a década de 1860 pode ter sido a mais fértil de todo o Segundo Reinado em termos de pensamento e de debate político. Seria exagero chamá-la de roaring sixties, à semelhança dos roaring twenties do século XX, mas pode-se dizer que em nenhuma outra se discutiram tanto os grandes temas políticos, institucionais e sociais do país. No texto de apresentação, o professor Christian Lynch ressalta que o autor, “ao reunir esse precioso material até agora esquecido em velhos jornais, ou disperso em publicações de difícil acesso, presta mais uma grande contribuição para o melhor conhecimento político de um período decisivo da vida nacional”. Com vinte livros publicados, José Murilo de Carvalho, um dos mais importantes historiadores do país, é também membro de duas Academias Brasileiras: a de Letras e a de Ciências.

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Clássico por amadurecimento — Estudos sobre Raízes do Brasil

Luiz Feldman

—Em seu livro de estreia, o ensaísta e diplomata mineiro Luiz Feldman – mestre em relações internacionais pela PUC/RJ e professor assistente de leituras brasileiras no Instituto Rio Branco – propõe nova interpretação de um dos grandes clássicos do pensamento nacional, Raízes do Brasil. O autor analisa com fineza a pouco conhecida edição original, publicada por Sérgio Buarque de Holanda em 1936, e argumenta que o livro célebre só adquiriu o caráter progressista que lhe é amplamente atribuído após uma série de mudanças no texto para a segunda e terceira edições, de 1948 e 1956. Ao reconstituir a formulação dos principais enunciados de Raízes do Brasil, sua recepção nos meios intelectuais da época e sua transformação nas décadas seguintes, este ensaio apresenta uma importante reflexão sobre o significado do livro de Sérgio Buarque, que completa 80 anos em 2016; e não só lança luz sobre seus anos iniciais como ajuda a elucidar os dilemas da versão definitiva de um clássico que segue desafiando gerações de leitores. Com prefácio do cientista social Robert Wegner e apresentação do historiador José Murilo de Carvalho.

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Como nascem os monstros / A história de um ex-soldado da PM-RJ

Rodrigo Nogueira

— Carioca, casado, 31 anos, um filho de 3 (à época do lançamento, em 2013), o autor deste romance não ficcional é um ex-soldado da PM que está preso desde 2009. Misturando sua vivência pessoal à de outros colegas de farda – com alguns toques de ficção para preservar a identidade dos verdadeiros atores – ele conta aqui a dramática trajetória do soldado Rafael. O jovem entra para a carreira na PM acreditando em sua missão de defender os bons e prender os maus. Dia a dia, porém, vai sendo corrompido pela convivência com policiais mais antigos e graduados, que lhe ensinam a cartilha da degradação: como mentir, achacar, furtar, roubar, torturar, destruir e esconder os rastros de todos esses crimes. Numa narrativa forte, visceral, em que às vezes chegamos a sentir o cheiro da pólvora, Rodrigo Nogueira conseguiu criar, em sua estreia como romancista, um livro impactante, que faz despertar corações e mentes. Depois de lê-lo, com certeza você vai achar A elite da tropa (e o filme nele inspirado) um conto de fadas.

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Correspondência

Arthur Rimbaud

— Rimbaud reuniu todos os ingredientes capazes de despertar a admiração e a perplexidade de seus contemporâneos, particularmente daqueles que com ele conviveram nos primeiros três anos de sua intermitente estadia em Paris. Um garoto de dezesseis anos, chegado da provinciana Charleville, trazendo nos bolsos alguns poemas de surpreendente beleza e originalidade, que violavam os conceitos estéticos, religiosos e morais da época, só podia ser visto como um gênio. Aqui estão as cartas de Rimbaud, traduzidas, comentadas e anotadas por Ivo Barroso, publicadas pela primeira vez no Brasil numa edição integral. Lê-las é como acompanhar a trajetória do poeta, de sua infância à agonia.

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Crônicas da convergência / Ensaios sobre temas já não tão polêmicos

Gustavo H. B. Franco

— No prefácio a este livro do ex-presidente do Banco Central e um dos "pais" do Plano Real, a jornalista Miriam Leitão, colunista do jornal "O Globo", elogia seu "texto claro, elegante, irônico e leve" e diz que os 187 artigos que o compõem "contam a história que temos vivido no Brasil, do período que encerra a grande inflação até a surpreendente manutenção, pelo governo Lula, dos mesmos pressupostos da política econômica do governo anterior". O ex-ministro Pedro Malan dá sua opinião sobre Crônicas da Convergência: "Um dos mais brilhantes economistas brasileiros, com extraordinários serviços prestados ao país, explica, em textos acessíveis ao leitor não especializado, o que era, o que é e o que pode vir a ser o Brasil, se conseguirmos continuar superando falsos dilemas, reduzindo o espaço para demagogias, ilusionismos e voluntarismos, e ampliando o campo das convergências possíveis". Para Arnaldo Jabor, Gustavo Franco "é um matador de dragões. Claro que foi ajudado pelos outros guerreiros, mas quem planejou o ataque e a vitória foi ele. Todos os brasileiros estão em dívida com Gustavo pela morte da inflação". Editado em parceria com a Bolsa de Mercadorias & Futuros.

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Dicas de Roma

Elza Maria da Costa e Silva Lima

— Enriquecido por um caderno de fotos coloridas de 16 páginas, este é um guia de viagem diferente, focado no que a autora curiosa – que viveu em Roma por quase seis anos, em dois períodos diferentes – descobriu em suas caminhadas diárias, e aponta como o melhor da Cidade Eterna. Cada passeio sugerido traz indicações de visitas que podem ser feitas ao longo do caminho, algumas mais obrigatórias do que outras, além de muitas dicas de bares, sorveterias e restaurantes. “Convencida de que ela é uma grande viajante, e sabe compartilhar esse dom”, como conta na apresentação do livro, a escritora Ana Maria Machado incentivou Elza Maria a publicar esse guia, produzido, em princípio, apenas para os hóspedes da embaixada do Brasil em Roma, onde a autora morou com o marido diplomata e os filhos. Nessa empreitada, Ana Maria teve a ajuda de seu colega da ABL, o historiador Alberto da Costa e Silva, que se surpreendeu ao caminhar com a filha pela capital italiana: “Em cada passeio ela me fazia ver o que dantes não vira, ou vira imperfeitamente. (...) Como se ela se sentisse no centro de uma grande festa, na qual compartilhava conosco as revelações da beleza”, contou ele. Diz Ana Maria Machado no texto de apresentação: “(...) agora, temos a Roma de Elza Maria ao alcance de muita gente. Ir a Roma é sempre um prazer. Ir com ela será uma alegria redobrada”.

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Doutor Fausto

António Vieira

—António Vieira nasceu em Lisboa, em 1941, e teve um percurso universitário ao longo do qual ensinou psicopatologia, etologia e antropologia física. Deixou a Universidade para se dedicar plenamente à literatura, e entre seus livros de ensaio e ficção destacam-se Discurso da ruptura da noite (1976), Ensaio sobre o termo da História (1994 e 2010), Metamorfose e jogo em Mário de Sá-Carneiro (1997), O regresso de Penélope, romance (2000), Tunturi, novela (edição brasileira de 2002, SP, W11/Francis), Dissonâncias, contos (edição brasileira de 2002 sob o título Contos com monstros, SP, Globo), Sete contos de fúria (2003, SP, Globo), Improvisações sobre a ideia de Deus (ensaio 2005), Fim de Império, romance (2009) e Olhares de Orfeu, contos (2013). O protagonista deste Doutor Fausto é um filósofo ítalo-alemão que se torna discípulo de Husserl e intérprete de Nietzsche. Quando celebra o famoso pacto com as forças obscuras, rejuvenesce e toma a idade do autor. No texto de apresentação, Rosa Dias e Julio Bressane afirmam que o autor “usa uma técnica novelística ousada (...). Para construir este romance filosófico, Vieira foi buscar inspiração em grandes figuras da área, entre as quais Montaigne, Husserl e Nietzsche. Tanto os percursos de Fausto como os rumos da trama são guiados pela ideia da fenomenologia. O porquê do Ser total arrasta Fausto para a filosofia”.

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Era uma vez... mil vezes - o Brasil de todos os vícios

Gaudêncio Torquato

—Colaborador de dezenas de periódicos e sites Brasil afora, o professor, jornalista, pesquisador e consultor Gaudêncio Torquato produziu mais de mil ensaios, artigos e papers desde 2002. O objetivo deste livro é propiciar uma leitura mais vertical sobre a cultura política de nossos Trópicos a partir de recortes analíticos extraídos de seus textos publicados nos últimos 10 anos. Sem ordem cronológica, eles foram agrupados em cinco capítulos: “Século XXI: a democracia em crise”; “Brasil: os ‘ismos’ da República”; “O sistema institucional”; “A política como espetáculo” e “Abrindo as portas do amanhã”. Segundo a colunista Dora Kramer, “mestre Torquato faz do cotidiano da política uma ciência, e (...) constrói as narrativas que nos traduzem, com clareza e sagacidade, a sociologia dos políticos”. Para a dramaturga Maria Adelaide Amaral, o autor “é um jornalista que pensa bem, escreve bem e produziu mais um livro imperdível”.

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Imaculada

Denise Assis

— Num romance inspirado em fatos reais, a jornalista Denise Assis desvenda a misteriosa história de uma freira do interior paulista que em 1969 foi presa, torturada, estuprada, e depois banida do país, só retornando dez anos depois, com a anistia. Para o prefaciador do livro, o historiador Carlos Fico, “as passagens em que Denise relata a tortura são pungentes. Os ambientes, as práticas, o perfil dos agentes da repressão, sua linguagem, seus hábitos, tudo está ali, com muita fidedignidade”. Ele cita o romancista italiano Alessandro Manzoni (1785-1873), segundo o qual “os romances históricos são verossímeis independentemente de qualquer garantia explícita do autor”. Na apresentação desta obra, a cientista política Maria Celina d’Araújo ressalta que “a vantagem de ser ficção permite explorar espaços que fazem refletir, de maneira mais livre, sobre as escolhas que fazemos e sobre a força do acaso”.

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Independência e Morte: Política e Guerra na Emancipação do Brasil

Helio Franchini Neto

—Diplomata de carreira, doutor em História pela UnB e mestre em Ciência Política pela USP, com diploma de especialização pelo Instituto de Altos Estudos de Defesa Nacional (IHEDN), da França, o autor é professor assistente de História da Política Externa Brasileira no Instituto Rio Branco, tendo publicado artigos nas áreas de história brasileira e relações internacionais. Este importante ensaio – que se torna ainda mais relevante pela proximidade do bicentenário da Independência do Brasil, em 2022 – faz um panorama da situação sociopolítica nacional, e detalha a história da difícil separação entre a Colônia e o Reino. Na verdade, esse processo foi muito mais caótico e violento do que nos ensinaram na escola, envolvendo operações militares que mobilizaram mais de 50 mil soldados. Segundo o historiador Francisco Doratioto, que assina o prefácio, essa obra é uma oportunidade de compreendermos “como se construiu um Estado que, em contraste com o que ocorreu com a América Hispânica, conseguiu manter a unidade do espaço territorial herdado do período colonial”. Para ele, o livro de Helio Franchini Neto traz “novas informações e lança luzes esclarecedoras sobre outras já conhecidas, desvendando as articulações entre as dimensões política e militar”.

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Joaquim Nabuco e os Abolicionistas Britânicos: Correspondência 1880-1905

José Murilo de Carvalho e Leslie Bethell

— Como anuncia o título, esta edição bilíngüe, em convênio com a Academia Brasileira de Letras, reúne 110 cartas trocadas entre Nabuco e os dirigentes da British and Foreign Anti-Slavery Society e outros militantes britânicos da causa abolicionista ao longo de 25 anos. Os organizadores, que também assinam a bem cuidada introdução, destacam que “a parceria com os antiescravistas da Grã-Bretanha, embora conseguisse criar pressão internacional em favor da abolição no Brasil, oferecia graves riscos à carreira política de Nabuco, expondo-o à acusação de antipatriotismo que então se fez ouvir contra ele, da mesma maneira que, cerca de 90 anos depois, o regime militar acusaria de antipatriótico quem denunciasse lá fora os seus abusos e as desigualdades sociais imperantes no Brasil”, como assinala o historiador Evaldo Cabral de Mello no texto de apresentação do livro. José Murilo de Carvalho é professor titular de História do Brasil da UFRJ, membro da Academia Brasileira de Letras e da Academia Brasileira de Ciências; Leslie Bethell é professor emérito de História da América Latina da Universidade de Londres e pesquisador associado do CPDoc/Fundação Getulio Vargas.

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Joaquina, filha do Tiradentes

Maria José de Queiroz

— Romance histórico comovente, eis aqui um retrato poderoso do século XVIII brasileiro, que inspirou a novela “Liberdade, liberdade” – exibida com sucesso de público e de crítica pela TV Globo em 2016. Lançado em 1987, só dez anos depois ganhou, na Topbooks, esta edição integral, enriquecida por revelador ensaio da autora sobre a construção do texto. O livro resgata uma figura pouco conhecida: a filha natural do mártir da Inconfidência Mineira, que após a prisão do pai foge de Minas Gerais, junto com a mãe, e tem sua vida marcada pela infâmia que paira sobre ela. Escritora premiada e com várias obras publicadas, a mineira Maria José de Queiroz fez vasta pesquisa, inclusive na Torre do Tombo, em Portugal, para forjar este romance com todos os elementos históricos indispensáveis; e o resultado é uma leitura saborosa, que não se consegue abandonar depois de iniciada.

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Malindrânia

Adriano Espínola

— Nesta nova obra, o escritor cearense - de quem a Topbooks editou os livros de poesia Em trânsito: Táxi/Metrô (1996), Beira-Sol (1997), Fala, favela (1998), O lote clandestino (2002) e Praia provisória (2006), além do ensaio As artes de enganar: um estudo das máscaras poéticas e biográficas de Gregório de Mattos (2000), sua tese de doutorado - reúne 18 relatos (contos e poemas em prosa) que expressam não raro o drama incessante do homem e do artista em busca de si mesmo e do seu destino, no espaço do mito e da cidade contemporânea. Tais narrativas se encontram dotadas de forte carga simbólica, por vezes fantástica, em que sonho e verdade se fundem e se confundem em uma mesma zona de desrealização e memória. Adriano Espínola ganhou em 2007 o Prêmio de Poesia da Academia Brasileira de Letras.

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Marcas, memória e representação / Ensaios sobre economia criativa

Vários autores / Org.: Isabella Perrotta e Lucia Santa Cruz

– Produção do Laboratório de Estudos de Memória Brasileira e Representação (Lembrar), vinculado ao Mestrado Profissional em Gestão da Economia Criativa (MPGEC), da ESPM, este livro reúne dez artigos de autores que, por diferentes óticas e partindo de pesquisas de vários campos do conhecimento, refletem sobre a presença e a importância da marca na contemporaneidade. Para o senso comum, marca é aquilo que deixa um registro, identifica e diferencia. No mercado, virou brand e passou a ser muita coisa além de representação visual: envolveu também a comunicação corporativa e englobou conceitos como identidade e imagem de marca. Aqui o leitor encontrará dez abordagens que compõem uma visão multifacetada do que representa a marca em termos simbólicos, afetivos, mercadológicos, memorialísticos, multissensoriais – uma riqueza de percepções e usos que comprovam que marca é muito mais que um nome. Editado em parceria com a Escola Superior de Propaganda e Marketing.

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Minhas recordações

Francisco de Paula Ferreira de Rezende

— Escrito em 1887 e lançado em 1944, este foi apontado como “o melhor livro brasileiro de memórias do século XIX” pelo crítico Antonio Candido, que acrescentou: “Ferreira de Rezende é um escritor direto e aparentemen­te tosco; mas o seu estilo, peculiar e original, é uma espécie de revelação constante da realidade (...). Minhas recordações [são um] exemplo da capacidade demonstrada por tantos mineiros de, inserindo o eu no mundo, mostrar os aspectos mais universais nas ma­nifestações mais particulares”. Com prefácio de Octavio Tarquínio de Souza e introdução de Cássio Barbosa de Rezende, esta segun­da edição, mais de seis décadas depois da primeira, ga­nha prefácio da historiadora Mary del Priore.

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Nervos de aço / Um retrato da política e dos políticos no Brasil

Roberto Jefferson

— Em depoimento ao jornalista Luciano Trigo, o ex-presidente do PTB revela os meandros da crise iniciada em maio de 2005, quando corajosamente denunciou a prática do PT de pagar a parlamentares de outros partidos em troca de apoio político – o chamado Mensalão. Mas não só isso: sem poupar ninguém, Roberto Jefferson faz um balanço dos últimos 15 anos de história política no Brasil, radiografando as práticas irregulares que atravessaram vários governos e desembocaram na maior crise política e ética do país. Detalhes inéditos e diálogos ignorados pela imprensa fazem de Nervos de aço um livro de grande importância histórica, capaz de sobreviver a seu tempo, tornando-se fonte de consulta indispensável para quem no futuro quiser entender este escândalo que abalou o governo e as instituições brasileiras.

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O Brasil inevitável: ética, mestiçagem e borogodó

Mércio Gomes

—Desde o título, fica fácil entender esse ensaio, ainda que as surpresas apareçam a cada capítulo. O Brasil é inevitável tanto pelo que passou em sua história – ríspida, dura, tumultuada – quanto pelo que necessariamente há de se tornar no futuro, por todo seu potencial aqui analisado. A reflexão sobre a moral e a ética é fundamental para o brasileiro tomar pé de sua vida social. A mestiçagem é tudo aquilo que nos constituiu desde o começo, e o que formou nossa cultura de base – inconfundível em qualquer parte do mundo. E o borogodó é o nosso mistério, que só na experiência vivida se pode entender. Na apresentação, o antropólogo e historiador Antonio Risério destaca: “Neste livro aprendemos que precisamos nos afirmar como cultura mestiça, com base moral, com problemas éticos e com desejo de beleza e transcendência”. Já o professor de teatro shakesperiano Paul Heritage, da Universidade de Londres, ressalta (na quarta capa) que, até a edição dessa obra de Mércio, “todo mundo terá ouvido e lido sobre os escândalos de corrupção e sobre a fragilidade econômica e política do Estado brasileiro, mas ninguém terá pensado sobre de onde vem tudo isso, e como o ‘momento fundante’ continua a exercer sua potencialidade nas relações entre classes, raças, territórios e culturas ainda hoje”.

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O Estado fraturado: Reflexões sobre a autoridade, a democracia e a violência

Denis Rosenfield

— O gaúcho Denis Rosenfield é graduado em Filosofia pela Universidade Nacional Autônoma do México, “Doutor de Estado” pela Universidade de Paris I (Panthéon Sorbonne) e pós-doutor pela École Normale Supérieure de Fontenay-St.Cloud. Consultor de análise política e articulista do jornal O Estado de S. Paulo, publicou vários livros em português, francês e espanhol, entre eles Descartes e as peripécias da razão (Iluminuras, 1996), Hegel, a moralidade e a religião(Zahar, 2002), A democracia ameaçada (Topbooks, 2006) e Justiça, democracia e capitalismo (Campus jurídico, 2010). Neste ensaio – fundamental num ano de eleições majoritárias no Brasil – o autor adverte que, sem Estado bem constituído, não há democracia que possa afirmar-se: o desfecho possível é a violência, a anomia e a desordem política.

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O mal sobre a terra

Mary del Priore

— Sucesso de público e crítica quando de seu lançamento, em 2003, ganha agora segunda edição revista este que é a primeira leitura brasileira sobre o terremoto que destruiu Lisboa em 1755. Num texto que se aproxima do romance policial, a autora, doutora em História, analisa os múltiplos significados da catástrofe a partir dos depoimentos dos sobreviventes, e tenta colher o que Foucault chamou de "o grão dos dias", aquele que se espalha pelos documentos como farinha opaca. No texto que preparou para a primeira edição do livro, a também historiadora Maria Yedda Linhares (1921-2011) destacou em Mary del Priore a "sensibilidade, estilo, bom gosto e domínio seguro da historiografia pertinente, bem como da documentação arquivística arrolada na Europa", ressaltando que ela "tem o dom da narrativa histórica, o domínio das fontes e da erudição do tema ao qual se dedica". Com caderno de ilustrações de época (16 páginas).

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O menino que comia foie gras / Crônicas do Gourmand Pedro Henriques

Hudson Carvalho

—Nascido em Macaé em 1956, Hudson Carvalho formou-se em Jornalismo pela UFRJ. Trabalhou na Rádio Jornal do Brasil, nos jornais O Globo, Tribuna da Imprensa e Jornal do Brasil, nas revistas Isto É e Veja e nas TVs Globo e Educativa, e escreveu cerca de 200 artigos para diversos órgãos de imprensa, a maioria na área política. Agora, a Topbooks edita esta coletânea de seus textos sobre gastronomia, publicados em O Globo, sob o pseudônimo de Pedro Henriques, numa coluna que tanto sucesso alcançou durante dois anos – primeiramente no “Caderno Gourmet” e, a partir de maio de 2017, na revista dominical “Ela”. Para o filósofo e poeta Antonio Cicero, autor do prefácio, intitulado “Come-se o texto”, este “é não apenas um livro saborosíssimo, mas uma obra que nos ensina muito sobre a arte e a prática da gastronomia no mundo de hoje”. Quem assina a apresentação é a jornalista Luciana Fróes.

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O mundo à solta

Felipe Fortuna

— “O planeta tem raiva”, escreve o poeta, tradutor, ensaísta e diplomata Felipe Fortuna no seu sexto livro de poemas, em que o principal tema é a desordem internacional, marcada pela violência, pelo racismo e pela fome. Nesta obra, a poesia acontece na experiência histórica, na perplexidade provocada pelos avanços da tecnologia, na aparição das novidades e na extinção da fauna e da flora. No texto de apresentação, Silviano Santiago afirma que, “apaixonado e ambivalente, [este livro] coloca o autor entre os melhores poetas da atual geração de indignados. (...) Pelas fendas abertas pelo depoimento humano, O mundo à solta respira o cheiro sulfúrico do milênio”. Com 12 livros publicados, o autor estreou com Ou vice-versa (poesia, 1986), a que se seguiram Atrito (1992) e Estante (1997), este pela Topbooks, que no ano seguinte editou também Curvas, ladeiras – bairro de Santa Teresa, dedicado ao lugar onde viveu no Rio de Janeiro, e em 2013 lançou A mesma coisa (poemas). Como diplomata, ele já serviu nas embaixadas do Brasil em Londres, Caracas e Moscou. O novo livro reúne seis ilustrações de Mariza.

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O que sei de Lula

José Nêumanne Pinto

— Jornalista, escritor e poeta, o autor conheceu Luiz Inácio Lula da Silva em maio de 1975, pouco depois de este haver assumido a presidência do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo. Essa biografia não autorizada relata episódios inéditos e acompanha a trajetória do menino retirante do sertão de Pernambuco à Praça dos Três Poderes à luz de fatos reais, e não da poeira mitológica com que se tentou cobrir, ao longo dos últimos anos, a verdade histórica, posta a serviço da doutrinação ideológica. Como diz Flávio Tavares no texto de apresentação, “neste livro de retratos sucessivos, Nêumanne é antes de tudo um retratista: como um telescópio, a lente grande-angular abarca a totalidade, para descer às minúcias que só o microscópio capta”. Para Alexandre Garcia, o livro “é nitroglicerina pura. E com o tempero de um gourmet da palavra”. Nêumanne tem dez livros publicados, é editorialista do jornal O Estado de S. Paulo e comentarista na Rádio Estadão e na TV Gazeta (“Direto ao assunto”). Em 2005 ganhou o Prêmio Senador José Ermírio de Moraes, da ABL, pelo romance O silêncio do delator.

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O reconhecimento do Império – História da diplomacia brasileira

Oliveira Lima

— Consumada a Independência em 1822, o brado de Dom Pedro demorou a ser ouvido no exterior: o reconhecimento do Império do Brasil pelo Reino de Portugal só se deu em 1825. Nas palavras do próprio autor, “de 1823 a 1827 coube à jovem diplomacia brasileira pugnar na Europa pela admissão da nova nação americana no areópago político do mundo civilizado”. Obra lançada em 1901, só agora ganha segunda edição, enriquecida por prefácio de Leslie Bethell e apresentação de Mary del Priore, que reconhece aqui “uma história revigorada, (...) fortalecida pelo estudo das contingências, da crise, das relações de poder e conflitos delas decorrentes. Oliveira Lima? Hoje, um renovador”.

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Ok, Roberto. Você venceu!

Ernesto Lozardo

— Mestre em Economia pela Universidade de Columbia (EUA), ex-presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e professor da FGV há mais de 40 anos, o autor faz aqui um estudo minucioso da trajetória de Roberto Campos como figura pública e pensador liberal, ressaltando a originalidade de seu pensamento, o acerto de suas ações à frente do Ministério do Planejamento e sua obsessão em ver o Brasil alcançar metas de desenvolvimento econômico e social compatíveis com as das grandes nações industrializadas. Em linguagem clara, alheia ao economês, este ensaio é também um tributo de gratidão a RC, que durante o regime militar cuidou de tirar Ernesto Lozardo do país ao saber que seu nome constava de uma lista de estudantes que deveriam ser presos. Completa o volume uma série de entrevistas com Fernando Henrique Cardoso, Henry Kissinger, Delfim Netto, João Carlos Martins e Ernane Galvêas, que rememoram seu convívio com o biografado.

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Os dias

Weydson Barros Leal

— Em seu sétimo livro de poesia, o premiado autor pernambucano, de quem a Topbooks publicou também Os ritmos do fogo (1999) e A quarta cruz (2009), aprofunda os núcleos de sua poética em novas chaves. Segundo o escritor e ensaísta Rodrigo Petronio, que assina o texto de apresentação, “o poeta compõe um tecido vivo de referências às artes visuais, à música, à literatura e à filosofia. (...) Os espaços percorridos se mesclam aos espaços e ritmos imaginados de Schiele, Haydn, Klimt, Musil, El Greco, Bach, Chopin, Delacroix, Bruegel, Hopper. A lista de artistas é grande. Assim, ele demonstra o apagamento da fronteira entre suas atividades como dramaturgo, crítico de arte e poeta”. Ganhador dos prêmios Jabuti e Jorge de Lima, Weydson está entre os melhores poetas de sua geração, e sua obra de alta densidade filosófica – admirada por nomes como Ferreira Gullar, Ivan Junqueira (1934-2014) e Adriano Espínola – já foi tema de tese de mestrado (na Unicamp) e de doutorado (na UFPE).

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Pepino de alumínio

Kang Byoung Yoong

— No dia 15 de agosto de 1990, no exato momento em que um acidente de carro numa estrada de Riga, na Letônia (então URSS), matava Viktor Tsoi, líder da banda de rock Kino, nascia na Coreia do Sul um menino, Choi Vitório, cuja vida viria a se entrelaçar à do roqueiro – um descendente de coreanos que morreu sem realizar o sonho de conhecer a terra de seus ancestrais. Assim, misturando realidade (Viktor) e ficção (Vitório), o autor montou um enredo envolvente, capaz de fazer rir e emocionar. Ele usa a estrutura de uma fita cassete – com lado A e lado B, além de faixas ocultas – para contar como um garoto tímido e problemático, que não fala direito e é espancado por colegas de escola, encontra redenção após conhecer a música do roqueiro russo, até hoje um ídolo no panorama musical por conta da morte precoce, aos 28 anos. Além das letras de canções da banda Kino, cujos títulos nomeiam os capítulos, o livro traz entrevista de Kang Byoung Yoong (1975, Seul) e a cronologia de vida do músico, que agora ganhou os cinemas do mundo: o cineasta Kirill Serebrennikov acaba de lançar Verão (2018), sobre Viktor Tsoi (1962-90) e seu amigo Mike Naumenko (1955-91), também personagem (real) deste romance.

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Praia provisória

Adriano Espínola

—Nova obra do autor cearense – de quem a Topbooks editou os livros de poesia Em trânsito (1996), Beira-Sol (1997), Fala, favela (1998) e O lote clandestino (2002), além do ensaio As artes de enganar: um estudo das máscaras poéticas e biográficas de Gregório de Mattos (2000), sua tese de doutorado – Praia provisória traz 70 poemas divididos em cinco temas: Maramar; O sol desnudo; Os hóspedes; Os navegantes velozes, e Armadilha para Orfeu. Sobre o poeta, disse o crítico Ricardo Vieira Lima em O Globo: “Adriano Espínola é um mestre consumado do verso, seja livre ou medido, rimado ou branco. (...) Por não temer o peso literário do passado, Espínola consegue inovar, no tocante ao tema clássico da viagem, presente desde Homero e Virgílio, resgatando a originária condição do poeta de fundador de cidades”.Também Domício Proença Filho o considera "o poeta da cidade e sua vertigem", e Manuel da Costa Pinto definiu-o como escritor essencialmente urbano, que "faz da multiplicação de poéticas uma forma de dar conta da pluralidade de experiências que caracteriza a vida na cidade”.

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Promenades do Rio - a turistificação da cidade pelos guias de viagem de 1873 a 1939

Isabella Perrotta

—Concebido a partir dos primeiros guias de viagem do Rio de Janeiro, publicados entre 1873 e 1939, este belo livro, com 48 páginas a cores e mais de 100 ilustrações, percorre a construção histórica e cultural do que já foi – ou ainda é – considerado atrativo para os visitantes da cidade.  Numa época em que não havia a estátua do Cristo Redentor no alto do Corcovado nem o bondinho do Pão de Açúcar, praia era lugar ermo destinado a pessoas doentes e sequer existia o termo “turista”, os viajantes vestiam suas melhores roupas para fazer excursões ao Teatro Municipal, e saíam em campo para conhecer praças, jardins e reservatórios de água (por conta de beleza da vista lá de cima), visitar os mais refinados hotéis do Centro ou explorar a riqueza arquitetônica dos túmulos no cemitério. Produto da tese de doutoramento em História, Política e Bens Culturais defendida na Fundação Getulio Vargas pela autora, a designer gráfica e historiadora Isabella Perrotta, a obra foi escolhida pela Secretaria Municipal de Cultura para integrar a Biblioteca Rio450 anos, cujos títulos abarcam “temas que ajudam a compreender a tão consagrada carioquice”, como explica o prefeito Eduardo Paes no prefácio.

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Quermesse

Sylvio Back

—Com prefácio do poeta e crítico literário Felipe Fortuna, que chama o autor de “poeta original”, Quermesse reúne os versos eróticos do cineasta Sylvio Back, um dos raros escritores a investir nessa dicção incomum da lírica brasileira. Compilando seus livros anteriores – O caderno erótico de Sylvio Back (1986), A vinha do desejo (1994), boudoir (1999) e As mulheres gozam pelo ouvido (2007) – Quermesse abre com 55 poemas inéditos, e traz soberba fortuna crítica, com elogios que vão de Paulo Leminski, Décio Pignatari e Moacyr Scliar a Carlos Nejar, Marcelino Freire e Affonso Romano de Sant’Anna, entre outros. Para Luiz Antonio de Assis Brasil, Back “é o Bocage moderno, só que com muito mais graça e senso de humor”. Autor do texto de apresentação do livro, o jornalista e escritor Roberto Muggiati sentencia: “Não existe tristeza na Utopia backiana, o gozo é eterno neste novo mundo amoroso (...) que une num jardim das delícias os países baixos e os cumes cerebrais. Um sexo sem tristeza e sem culpa, ao melhor estilo do nosso pai espiritual, Henry Miller”.

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Sobre o relativismo pós-moderno e a fantasia fascista da esquerda identitária

Antonio Risério

— Este é um livro de enfrentamento direto, que desafia o relativismo pós-moderno e o fascismo identitário. O antropólogo, historiador, ensaísta, poeta e produtor cultural Antonio Risério – de quem a Topbooks lançou, com enorme sucesso de público e crítica, A casa no Brasil, que mereceu resenhas elogiosas nos principais meios de comunicação do país – agora entrega aos leitores um ensaio de intervenção intelectual e combate político frontal, abertamente polêmico, sem concessões nem meias palavras. Autor de roteiros de cinema e TV, com mais de 20 livros publicados, aqui ele narra a história da formação dos movimentos excludentes (da contracultura e da transição democrática na década de 1970 aos dias de hoje), desmontando suas mistificações e manipulações, do desvario irracionalista do pensamento pós-moderno às posturas fraudulentas diante da realidade e da história. O pensador baiano faz uma crítica rigorosa e vigorosa à estranha “práxis” esquerdista que colocou os campi sob seu controle, na base do chicote e da rédea curta. Um protesto em defesa do verdadeiro convívio político e cultural, da vida ao ar livre da democracia.

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Tempo diferente

Murilo Melo Filho

— Membro da Academia Brasileira de Letras, o autor entrevistou grandes nomes do cenário nacional e internacional em sua longa carreira de jornalista político. Neste livro, ele conta de seus encontros com 20 personagens importantes da vida política e intelectual brasileira, como Getúlio Vargas, JK, Jânio Quadros, Carlos Lacerda, Assis Chateaubriand, José Lins do Rego, Guimarães Rosa, Jorge Amado, Drummond, Otto Lara Resende, Celso Furtado, Evandro Lins e Silva, Raymundo Faoro e Roberto Marinho. No prefácio, Villas-Bôas Corrêa destaca a "astúcia de repórter" de Murilo Melo Filho, frisando que ele apresenta ao leitor os 20 biografados "com suas vitórias, insucessos, obras e realizações, até levá-lo à entrada da mina da novidade, da informação inédita e do detalhe desconhecido que catou no fundo do baú de meio século de militância". Editado em parceria com a Academia Brasileira de Letras.

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Três peças (Minna Von Barnhelm / Emilia Galotti / Nathan, o sábio)

Gotthold Ephraim Lessing

— Um dos maiores representantes do Ilumi­nismo, o poeta, dramaturgo, filósofo e crítico de arte Gotthold Ephraim Lessing (1729-1781) é conhecido também por sua crítica ao antis­semitismo, defesa do livre pensamento e tole­rância religiosa. Suas peças de teatro e escri­tos teóricos tiveram forte influência no desen­volvimento da literatura alemã moderna. Este livro – com organização, tradução e posfácio de Marcelo Backes, doutor em germanística e romanística pela Universidade de Friburgo, Alemanha – reúne três de suas melhores peças: a co­média Minna Von Barnhelm ou A felicidade do soldado (1763), a tragédia Emilia Galotti (1772) e o poema dramático Nathan, o sábio (1779).

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Uma vida não basta

Almir Ghiaroni

— Oftalmologista de renome, em seu terceiro romance Almir Ghiaroni surpreende com uma trama que mistura suspense e drama existencial. Trata-se da história de um empresário bem-sucedido que descobre, através de gravações sigilosas por ele encomendadas, que um de seus dois filhos quer destruí-lo. O enredo prende a atenção do leitor já no primeiro parágrafo – “Apesar dos 65 anos de idade e da experiência acumulada, Aníbal Cavalcanti se assustou com o que acabara de ouvir. Voltou a fita, e novamente a voz do filho o apunhalou”. Segundo o novelista Gilberto Braga, “mais uma vez, uma história esotérica conquistou a admiração de um agnóstico convicto como eu”. Para o poeta Adriano Espínola, que assina a apresentação, a maior qualidade deste livro está no “valor humanístico que transmite. A força e a fé na vida. A crença em que podemos ser melhores do que somos”.

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Vá a Lisboa e me leve com você!

Elza Maria da Costa e Silva Lima

— Filha e mulher de diplomata, com passagem por vários países, Elza Maria é uma retratista de cidades. Seu livro Dicas de Roma – Trajetos e paradas imperdíveis, lançado pela Topbooks em 2014, entregou aos leitores minúcias e detalhes que podem passar despercebidos até para quem acredita conhecer bem a “Cidade Eterna”. Enquanto se organiza para nos revelar, em breve, os melhores ângulos de Chicago, onde também viveu, ela mostra aqui a sua Lisboa – e não só para os visitantes apressados, que precisam acessar em poucos dias o melhor da capital portuguesa, mas também para aqueles que podem se estender por mais tempo e explorar a vizinhança. Além de destacar para o turista o que é fundamental em cada lugar por onde passa, a autora tem o dom de sempre perceber o pitoresco capaz de fazer a diferença. Tudo fica muito mais bonito e interessante ao se viajar com Elza Maria, sobretudo quando se junta ao seu texto saboroso um caderno de 16 páginas em papel couché, com belas fotos coloridas, assinadas pela própria Elza e por Alice Machado, Ana da Costa e Silva, Dora Lopes e Luisa Machado. A capa é de Miriam Lerner / Equatorium Design, com fotos de Patrícia Nogueira e Eloisa Mendes.

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